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Segunda-feira, 11 de Julho de 2011

Mais de cem cientistas, políticos e investigadores estão hoje reunidos numa conferência mundial para debater novos dados e soluções para as alterações climáticas, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

As alternativas energéticas aos combustíveis tradicionais - petróleo, gás natural e carvão - serão um dos temas da terceira edição da Conferência Mundial Sobre Aquecimento Global.

Além das consequências ambientais, os especialistas irão ter em conta a duração das reservas e o crescendo de preços que tem incentivado o recurso a fontes de energia alternativas, como o sol ou o vento, disse um dos moderadores da conferência, o professor catedrático Manuel Collares Pereira.

Os peritos estimam que já se tenha consumido metade do petróleo existente em todo o mundo, enquanto o pico de consumo do gás natural deverá ser atingido em breve e a sua vida útil não deverá ir além de mais 60 anos, ainda de acordo com o especialista em energias alternativas e docente na Universidade de Évora.

A realidade comprova que a produção eléctrica de energia através da luz solar (fotovoltaica) ou do vento (eólica) ganha cada vez mais terreno, enquanto o recurso ao hidrogénio se apresenta como outra alternativa, embora ainda mais distante pela dificuldade em conseguir separá-lo de outros elementos e em armazená-lo.

Collares Pereira acredita que a evolução nos próximos anos passará pelo recurso simultâneo ao petróleo e às energias alternativas, incluindo também os biocombustíveis. O cientista realça o rótulo de “pioneiro” atribuído em Portugal pelo investimento já feito em energia solar e eólica.

Com a massificação da produção e a inerente baixa de preços, é possível, por exemplo, que uma família consiga ser auto-suficiente em energia eléctrica com um investimento de 10 mil euros e até vender o eventual excedente de produção.

As emissões de dióxido de carbono para a atmosfera, o impacto das alterações climáticas na biodiversidade, as tecnologias energéticas e os modelos de previsões de mudanças de clima vão ser outros temas em debate.

 

Fonte: Ecosfera, Lusa

publicado por saqv_ps às 12:41


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