Este Blog pretende ser também um traço de união entre quem sente, interpreta e decide o Ambiente e a Qualidade de Vida.
Quinta-feira, 29 de Junho de 2006

LotOfRoads1.jpgA UE tem de reduzir a congestão do transporte e melhorar rapidamente a mobilidade para os seus cidadãos enquanto, simultaneamente, tem de cortar na utilização de energia e nas emissões de gases poluentes.

Esta a conclusão de uma revisão da política de transportes.

O comissário dos transportes Jacques Barrot apresentará hoje as conclusões da revisão da política de transportes, a qual propõe uma melhor integração entre movimentos por estrada, por comboio e por mar.

As conclusões apontam para a criação de afinidades entre estes, por forma a melhor servir os 25, enfrentando problemas como o terrorismo, aumento do preço dos combustíveis e um lento crescimento económico.

É sugerida a criação de um plano de acção para os diferentes meios de transporte de forma a operarem com maior fluidez permitindo, por exemplo, que os contentores se movimentem mais facilmente entre barcos, camiões e comboios.

Aponta também para a investigação em tecnologia amiga do Ambiente e para a eficiência energética ajudando a cumprir a redução de emissões com efeitos de estufa.
publicado por saqv_ps às 11:32

Terça-feira, 27 de Junho de 2006

Chinatextil.jpgO capital internacional aponta actualmente as suas baterias à UE dos Direitos Humanos, do Ambiente e da Qualidade, culpando-a por ser uma entidade civilizada, com respeito pelos cidadãos e pelo Ambiente. Tenta, assim, culpá-la pelo facto dos investimentos terem na actualidade como destino prioritário a China comunista.

De facto seria ideal para o grande capital que a Europa, e em parte os EUA, se transformassem numa nova China, onde o ser humano vive sem qualquer protecção social, com ordenados miseráveis, trabalho infantil, onde todas as agressões ao Ambiente são permitidas e Qualidade é palavra desconhecida.

A Europa e os EUA têm de estar atentos e rapidamente começar a penalizar empresas e/ou empresários que, deixando o seu território, vão investir na China.

O objectivo de quem investe na China é exportar para a Europa e para os EUA.

O Ocidente não pode continuar a importar produtos fabricados, sem que se atenda às regras que os blocos ocidentais impõem aos seus empresários.

Estamos perante concorrência desleal que aprofundará sistematicamente a crise ocidental e, a prazo, com o crescimento chinês, reduzirá qualquer possibilidade de desenvolvimento destas economias.

É urgente impor restrições às importações de países que não respeitam os Direitos Humanos, o Ambiente, a Segurança e a Qualidade.
publicado por saqv_ps às 10:15

Quinta-feira, 22 de Junho de 2006

petroleo.jpgO Governo prepara-se para atribuir à Galp e à Petrobras concessões para a prospecção e exploração de petróleo em águas profundas ao largo do Alentejo e Peniche.

Segundo notícia desta quinta-feira do Diário Económico, o consórcio terá três anos para pesquisar a costa portuguesa, adiantando que a adjudicação será anunciada dentro de dias pelo ministro da Economia.

O mesmo jornal refere ainda uma informação da empresa de transporte público de Lisboa (Carris) anunciando que a petrolífera está em posição de iniciar fornecimento de biodiesel para toda a frota da transportadora (800 autocarros).
publicado por saqv_ps às 11:05

Terça-feira, 20 de Junho de 2006

Threegorges4.jpgA China completou a controversa barragem de Three Gorges, o maior projecto mundial hidroeléctrico, e assinalou a ocasião com uma cerimónia emitida em directo pela televisão estatal.

Uma banda reluzente e confettis choveram sobre o local logo após os trabalhadores derramarem o último balde de betão da polémica barragem de Three Gorges.

Nenhuma alta entidade presenciou o evento, em contraste com o lançamento dos trabalhos na represa em 1997, onde o então Presidente Jiang Zemin e o então Primeiro-Ministro Li Peng estiveram presentes.

As entidades oficiais realçaram que embora a construção da extensão principal da represa estivesse agora completa, havia ainda uma grande distância a percorrer até o projecto estar terminado. “Embora a represa esteja agora completa, ainda temos uma grande distância a percorrer e não podemos estar satisfeitos ou abrandar os nossos esforços,” disse Li Yongan, director-geral da Three Gorges Project Development Corp.

“Necessitamos continuar a colocar em primeiro lugar a qualidade e a segurança,” disse Li.

_39109416_aerial_afp200.jpg O diário oficial Chinês em editorial apelou para que sejam recordados as mais de 100 pessoas que morreram durante a construção da represa, bem como os 1.3 milhões de realojados para conseguir a albufeira.

“A melhor maneira possível de pagar tal dívida de gratidão é garantir que os padrões mais elevados de segurança e de qualidade são observados até à ínfima estrutura.” Disse o editorial.

O projecto de 19,37 milhares de milhões de euros, cerca de 4 mil milhões de contos, foi criticado pelo seu impacto ambiental e a sua influência em demasiadas pessoas.

O projecto completo está previsto para terminar em 2009, quando a albufeira alcançar o seu nível máximo e suas 26 turbinas, todas em linha, produzirem uma energia total de 18 gigawatts.

A barragem, que as autoridades dizem domesticar também as cheias o rio de Yangtze, tem 185 metros de altura e 2.309 metros de comprimento. Os seus limites, contabilizados em conjunto, consumiram 27 milhões de metros cúbicos de betão.
publicado por saqv_ps às 02:47

Quinta-feira, 15 de Junho de 2006

p0043.gifUma firma norueguesa, especializada em remover CO2 da combustão do carvão em produtoras de energia, chama a atenção de países desde os EUA à China.

Sargas, um grupo privado norueguês que colabora com a Siemens alemã, afirma que a sua tecnologia pode limpar mais de 90% do dióxido de carbono das combustões de gás ou de carvão a um preço inferior ao dos seus rivais. Gregory McRae, um professor de engenharia química do MIT (Massachussetts Institute of Technology) afirmou que a tecnologia se encontra madura e capaz de capturar o CO2 a baixo custo.

Muitos países estão a tentar limitar as suas emissões de dióxido de carbono, o gás principal do efeito de estufa, capaz de provocar mais inundações, tempestades mais violentas e aumentar o nível médio do mar de cerca de um metro no final deste século. Desde os EUA à China, vários estados dependem do carvão que é um combustível altamente poluente. “A China está a construir uma produtora de energia de 500 Mw por semana, sem qualquer captura tecnológica de CO2” disse McRae.

A Sargas reconhece que o custo da geração de electricidade ficará 25% mais caro com este sistema de captura, conhecido como leito de combustão modificado, fluidificado e pressurizado. Contudo o carvão é mais barato do que o gás. A empresa afirma que uma produtora de energia a carvão, com este sistema, pode produzir electricidade a 0,038 € (7,6 escudos) por Kw/h. A Siemens confirmou que tinha testado o objectivo da Sargas em cortar 90% de CO2 e as emissões de óxidos de azoto para cinco partes por milhão numa produtora alimentada a gás. Afirma que valores semelhantes são aplicáveis ao carvão.
publicado por saqv_ps às 23:18

Terça-feira, 13 de Junho de 2006

aerogerador.jpgSe fosse possível juntar todos os contributos relevantes para a poupança de energia, Portugal podia gastar menos 20% da energia consumida num ano. Só ao nível do petróleo a poupança poderia chegar aos mil milhões de euros, cerca de 25% do que é importado. A ideia foi transmitida pelos participantes no e último debate "Energia: que futuro?", uma parceria DN/TSF que vai hoje para o ar naquela estação de rádio.

A ideia há muito instalada de que a energia é um bem de baixo custo tem vindo a constituir-se no principal entrave à instituição de políticas que promovam a eficiência e a poupança. É por isso também que os intervenientes no debate dizem que este é o momento próprio para "mudar de paradigma", já que é hoje incontornável a percepção colectiva, e de cada um, de que a era dos preços baixos acabou.

Uma das principais fontes de desperdício é a forma como se constrói e se dá uso aos edifícios, quer sejam de habitação quer estejam vocacionados para o sector de escritórios. A arquitectura termi- camente correcta, que fazia no passado com que visualmente fosse possível destrinçar se uma construção era originária da serra da Estrela ou do Algarve, foi abandonada nas últimas décadas. "Constrói-se tudo de igual modo", afirma Fernando Santo, bastonário da Ordem dos Engenheiros e um dos participantes no debate.

Chegou-se ao cúmulo, por exemplo, de construir edifícios de escritórios envidraçados e virados a sul, que depois necessitam de moduladores de temperatura que defendam os seus ocupantes do efeito de estufa. E se na indústria a evolução do consumo está estabilizada, no sector doméstico ele tem vindo a crescer 7% ao ano. Mas os intervenientes no debate lembram que há coisas bem simples que estão ao alcance de cada um, como seja mudar as lâmpadas incandescentes por outras de alto rendimento. Ou instalar painéis solares térmicos no telhado das casas, substituindo o gás ou a electricidade no aquecimento das águas. Jorge Morgado, da Deco, chama a atenção para a "mudança de mentalidades" que é necessário incutir nos consumidores.

As boas notícias neste capítulo vêm com o novo regulamento de construção de edifícios, que entrará em vigor já no próximo ano. Normas mais estritas em termos de isolamento térmico e a obrigatoriedade de instalação de painéis solares são ideias que merecem o aplauso dos especialistas.

Processo mais lento e mais complicado parece ser o da introdução de mecanismos de poupança no sector dos transportes. E aqui as culpas estão repartidas entre um urbanismo caótico, que leva as pessoas a viver longe dos seus locais de trabalho, e uma logística do sector que não criou, muitas vezes, os interfaces que convidem à utilização de transportes colectivos. O debate em torno da criação de desincentivos fiscais à utilização de viatura própria, por outro lado, criou divisão entre os participantes.

Mas se do lado da procura há ainda muito a fazer, a nova oferta também tem de mudar, sendo consensual a aposta crescente nas energias renováveis.

Colares Pereira lembra que Portugal "é um país rico nesta matéria", já que vento, sol e ondas de mar são coisas que por cá não faltam. E a tecnologia está perfeitamente ao alcance do estádio actual da indústria portuguesa. Difícil de entender é o retrocesso na aposta hidroeléctrica, onde Portugal chegou a ser um dos líderes mundiais. Vasco Coucelo refere a necessidade "de não limitar mas sim alargar" as opções possíveis de produção de energia.

(in Diário de Notícias 12-06-2006)
publicado por saqv_ps às 10:57

Quinta-feira, 08 de Junho de 2006

Etanol.bmpA indústria americana do etanol está a conhecer um boom, consumindo 20% da colheita de milho deste ano, previu recentemente o Governo Federal. Também no óleo de soja a procura está a aumentar.

Os biofuels aumentarão os preços do milho e da soja, informou o departamento da agricultura dos EU na sua primeira avaliação à colheita deste ano.

A voraz procura de milho pelos fabricantes de etanol ajudará a reduzir para metade o excesso de milho no Outono de 2007, actualmente cerca de 40 mil milhões de litros. “A energia renovável está fazendo a diferença” também no milho e nos mercados de soja, disse um economista sénior do USDA.

Há cerca de 97 fábricas de etanol nos Estados Unidos com uma capacidade de produção de 17 mil milhões de litros por ano.
publicado por saqv_ps às 03:37

Terça-feira, 06 de Junho de 2006

getimage.jpgProjecto operacional em Janeiro de 2007</font>

Começa hoje a ser construída em Serpa a maior central de produção de energia fotovoltaica do mundo, cujo início de funcionamento está previsto para Janeiro do próximo ano, segundo o gestor da empresa portuguesa Catavento.

Piero dal Maso adiantou ontem à agência Lusa que o início simbólico da construção está marcado para as 11h30, na herdade onde irá nascer a central, à entrada da localidade de Brinches, no concelho de Serpa (Beja).

"A cerimónia inclui a abertura do furo onde vai ser instalada a estrutura que irá suportar o primeiro de 52 mil painéis fotovoltaicos da central", precisou.

De acordo com o responsável, a construção vai decorrer até Outubro deste ano, altura em que a central vai começar a produzir energia de forma experimental, para entrar em pleno funcionamento em Janeiro de 2007.

"Será o culminar de anos de esforços administrativos e regulamentares na nossa estratégia de implementar um grande projecto solar em Portugal" referiu Piero Dal Maso, esperando que a central "demonstre que a energia solar fotovoltaica é uma promissora fonte de energia alternativa, que deveria estar livre de bloqueios".

A Central Solar Fotovoltaica vai ser a maior do mundo, com uma capacidade instalada de 11 megawatts, quase o dobro do que a actual maior central situada na Alemanha.

Sem custos de fuel ou emissões, a central vai produzir 20 gigawats/hora por ano, electricidade suficiente para alimentar oito mil habitações e poupar mais de 30.000 toneladas em emissões de gases de efeito de estufa em comparação com uma produção equivalente a partir de combustíveis fósseis.

Além da Catavento, a construção da central, num investimento total de 61 milhões de euros, envolve também a GE Energy, subsidiária do grupo General Electrics, e a Powerlight, empresa fornecedora mundial de sistemas de energia solar.

Tecnologia segue a posição do Sol

A GE Energy, financiadora do projecto, será a proprietária da unidade e a Powerlight vai operar e manter a central, utilizando um inovador sistema de energia solar.

"Trata-se do sistema mais utilizado no mundo em centrais solares de grande escala e baseia-se numa tecnologia que segue a posição do sol ao longo do dia, gerando mais electricidade do que os sistemas de montagem fixos", explicou Piero dal Maso.

A Central Solar Fotovoltaica de Serpa será suplantada por uma outra a instalar no concelho vizinho de Moura, que irá contemplar mais de 350 mil painéis encaixados em cerca de dez mil estruturas espalhadas por 114 hectares.

A partir do momento em que esteja em funcionamento a nova central de Moura passa a ser a maior do mundo, com uma capacidade instalada de 62 megawatts, seis vezes mais do que a actual maior central situada na Alemanha.

Para além da central de Serpa, a Catavento participa também em quatro parques eólicos já a funcionar em Cinfães, Arruda dos Vinhos, Celorico de Basto e Ansião, e está a desenvolver outros dois em Sintra e em Loures.

(in Público - Última Hora 06Jun2006)
publicado por saqv_ps às 14:05

Segunda-feira, 05 de Junho de 2006

imagesE4WERDR.jpgSócrates marchou pela preservação do Douro Vinhateiro

No Dia Mundial do Ambiente, o primeiro-ministro marchou conjuntamente com quatro mil crianças entre Lamego e a Régua pela preservação da paisagem do Alto Douro Vinhateiro.

Esta marcha pelo ambiente foi promovido pela Associação Douro Histórico, com sede em Sabrosa, distrito de Vila Real, e contou ainda com a participação dos ministros do Ambiente, Francisco Nunes Correia, e da Presidência, Pedro Silva Pereira.

A iniciativa constou de um percurso de cerca de três quilómetros até à alameda da Régua e contou com a participação de cerca de quatro mil crianças que frequentam as escolas do 2º e 3º ciclos do Ensino Básico dos 11 concelhos que constituem o Douro Histórico.

O objectivo do projecto Ambi-Douro, promovido pela Associação Douro Histórico, é a protecção do ambiente e a preservação do património do Alto Douro Vinhateiro, classificado pela Unesco em 2001.

Na alameda da Régua estiveram expostos os trabalhos que as escolas desenvolveram sobre os temas do ambiente, da poluição ou da qualidade de vida.

A iniciativa inseriu-se nas comemorações dos 250 anos da Região Demarcada do Douro, que decorrem oficialmente entre 31 de Agosto e 11 de Setembro.
publicado por saqv_ps às 18:12

Quinta-feira, 01 de Junho de 2006

burropreto.jpgPorque na Europa dos 15 «tem a menor média das emissões de dióxido de carbono associada a veículos novos»

A Indústria Automóvel continua a falhar no combate às alterações climáticas e no compromisso feito à União Europeia de diminuir o nível de dióxido de carbono produzido por viatura, indicam dados divulgados pela associação ambientalista Quercus.

Numa nota de imprensa enviada à agência Lusa, a Quercus explica que «melhorar a eficiência é um factor chave no combate às alterações climáticas porque quanto mais combustível um carro usa, mais dióxido de carbono (CO2) é emitido para a atmosfera».
De acordo com os ambientalistas, a Associação Europeia de Construtores Automóveis (ACEA) comprometeu-se em 1998, junto da Comissão Europeia, diminuir até 2008 as emissões de dióxido de carbono para uma média de 140 gramas por carro novo.

No entanto, segundo dados divulgados pela Federação Europeia de Transporte e Ambiente (T&E), durante o ano passado os construtores europeus venderam carros que produzem em média 160 gramas de CO2 por quilómetro, «apenas um por cento menos do que no ano anterior (2004)».

«Os construtores precisam agora de uma taxa de melhoria sem precedentes de 4,3 por cento ao ano para nos próximos três anos alcançarem a promessa efectuada. à data, a melhor performance foi de 2,9 por cento, registada em 2000», acrescentou a Quercus.
O caso português, no entanto, merece algum destaque, uma vez que dentro da Europa dos 15 «é aquele em que a média das emissões de dióxido de carbono associada a veículos novos é menor, com 145 gramas por quilómetro».

Para o exemplo ser seguido e melhorado, a Quercus lembra que as melhorias na eficiência «não são dispendiosas» e destaca que um relatório da Comissão Europeia mostrou que «o custo de atingir a meta da própria União Europeia de 120 gramas de CO2 por quilómetro seria em média de 557 euros por veiculo».

«Alcançar a meta da UE resultará em gastos de combustível 25 por cento menores», o que significaria «uma poupança de mil euros para um automóvel médio ao longo de três anos» aos preços actuais dos combustíveis, ressalva a associação ambientalista.

A associação lembra ainda que, entretanto, o director da Federação Europeia de Transporte e Ambiente acusou o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, de estar «sentado a olhar» enquanto a indústria automóvel se dedica a construir carros mais pesados e potentes, em vez de mais eficientes.
publicado por saqv_ps às 00:41


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