Este Blog pretende ser também um traço de união entre quem sente, interpreta e decide o Ambiente e a Qualidade de Vida.
Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2007

rainbow_elam_2.jpgA entrada da Califórnia no comércio de emissões europeu, que reúne 27 países, está a ser negociada pela Comissão Europeia, revelou o comissário para o Ambiente, o grego Stavros Dimas.

Numa entrevista ao site “Dow Jones Newswires”, Stavros Dimas disse que a sua equipa se reuniu na semana passada com as autoridades californianas para pensar de que forma poderá o sistema de emissões deste estado norte-americano ser adaptado ao sistema europeu, em funcionamento há dois anos.

“Estamos a tentar harmonizar o comércio de emissões (californiano) para, no futuro, poder estar relacionado” com o europeu, disse Dimas. Esse processo demorará, pelo menos, dois anos, estimou.

No âmbito do comércio de emissões europeu, as empresas que emitam grandes quantidades de dióxido de carbono podem negociar quotas de emissão com aquelas que consigam cumprir os limites definidos.

Um acordo entre a União Europeia e a Califórnia seria um duro golpe para o Presidente norte-americano George W. Bush, que esta semana apresentou as suas ideias para a redução de emissões no seu discurso Estado de União.

Bush foi criticado por parte do sector industrial e por ecologistas por recusar adoptar limites obrigatórios para as emissões.

Stavros Dimas descreveu o discurso de Bush, que se centrou no Ambiente, como um “passo positivo” mas lembrou que o Presidente norte-americano precisa ir mais longe.

“Estava à espera que ele criasse um sistema de tectos de emissões a nível nacional”, disse Dimas. “Não compreendo por que razão o Presidente não faz algo que, provavelmente, será feito pelo seu sucessor”. As eleições presidenciais norte-americanas estão marcadas para o próximo ano.
publicado por saqv_ps às 09:14

Quinta-feira, 25 de Janeiro de 2007

aerogerador.jpgO sector eólico gerou 6% do total da energia eléctrica total consumida em Portugal em 2006, ano em que entraram em actividade 36 novos parques eólicos, refere o relatório da Rede Eléctrica Nacional (REN) indicando que a energia eólica já representa 14,2% do total de capacidade instalada no país.

De acordo com o relatório da REN, referente a 2006, os 36 novos parques eólicos representaram um crescimento de 60% na potência instalada que, no final do ano, era de 1.513 megawatts (MW), correspondentes a 137 parques.

Neste momento, a potência eólica instalada representa 14,2% do total da capacidade instalada no Sistema Eléctrico Nacional (SEN), quase o dobro dos 8,5% registados em 2005.

A remuneração média da energia eólica foi o ano passado de cerca de 92,8 euros por megawatt/hora, 3% acima do valor de 2005.

Em 2006, o consumo de energia eléctrica cresceu 2,6%, segundo os dados técnicos publicados pela REN.

A produção hidroeléctrica abasteceu 20% do consumo, contra os 51% das centrais térmicas. Relativamente a 2005, a produção hidroeléctrica aumento 126% e a térmica baixou 17%.

Diário Digital / Lusa
publicado por saqv_ps às 00:10

Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2007

f1555411066.jpgA ERP (European Recycling Platform) Portugal prevê recolher este ano nove mil toneladas em equipamentos eléctricos e electrónicos, entre os quais telemóveis, televisores ou lâmpadas.

A empresa está licenciada desde Março do ano passado para executar esta tarefa de recolha e selecção deste tipo de equipamentos, que serão reutilizáveis e entregues a organizações não governamentais (ONG), que os distribuem pelos mais carenciados, enquanto os restantes destinam-se à reciclagem, que os transformam em matéria-prima para ser incorporada em novos equipamentos.

Entre Agosto e Dezembro do ano passado, a ERP – Portugal recolheu cerca de mil toneladas destes resíduos, entre eles 236 toneladas de equipamentos de arrefecimento.

"O aumento da recolha previsto para este ano vai ser permitido com a assinatura, hoje, de um protocolo de cooperação com a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED)", permitindo incluir na sua rede de recolha retalhistas e distribuidores de peso no mercado, entre os quais hipermercados e grandes cadeias de lojas, disse à Lusa Ricardo Neto, director-geral da ERP – Portugal.

A ERP instalou-se também na Alemanha e em Espanha, tendo como sócias fundadores quatro multinacionais: a Hewlett Packard Portugal, o grupo Gillette Portugal, a Electrolux e Sony.

"O objectivo da criação da ERP foi e é implementar a concorrência para conseguir eco-taxas [ECOREEE, o que os produtores dos equipamentos pagam para assegurar um destino de reciclagem] mais reduzidas no mercado, além de contribuir para um melhor ambiente", adiantou o mesmo responsável.
publicado por saqv_ps às 09:22

Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2007

od_ip61.jpgFoi ontem (16/01/2007) apresentado pelo Primeiro Ministro, José Sócrates, o Quadro de Referência Estratégico Nacional, QREN 2007-2013.

Para o Ambiente e Qualidade de Vida a vertente da Valorização do Território é particularmente importante...

Se quer saber mais consulte aqui...

publicado por saqv_ps às 09:05

Segunda-feira, 15 de Janeiro de 2007

gas_natural.jpgPortugal desperdiça 60% da energia que consome.

Lembrar a dimensão do desperdício ganha relevância quando a Comissão Europeia se prepara para apresentar uma nova estratégia para a energia que aponta para poupanças de 20% no consumo até 2020, por via de ganhos de eficiência. Na União, atingir esta meta implica poupar 100 mil milhões de euros e evitar a emissão de 780 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano. Em Portugal, que importa 85% da energia, este ganho de 20% traria uma poupança de 1,4 mil milhões (com base na factura energética de 2005), quase metade do custo do aeroporto da Ota.

Consegui-lo poderá, contudo, não ser fácil. "Aumentar a eficiência implica continuar a crescer, gastando menos", diz o especialista em energia Oliveira Fernandes, da Universidade do Porto, para quem tal só é possível com mudanças nas políticas e na relação dos cidadãos - incluindo construtores civis - com a energia.

Portugal dispõe já de instrumentos legais para aumentar a eficiência energética nos edifícios - onde se gastam 28% do total de energia -, mas, "por falta de fiscalização", é possível que as boas intenções se fiquem por nada. Nos edifícios de escritórios, por exemplo, a situação é "criminosa", denuncia. "Faz-se um uso abusivo da iluminação artificial, um uso saloio do ar condicionado e um uso pedante dos envidraçados a poente" sem qualquer isolamento que permita conservar energia. A aplicação da Lei (ver página ao lado), garante, permitiria que nos edifícios se gastasse menos 30 a 70% de energia.

Também nos transportes - que consomem 37% da energia - têm de conquistar-se ganhos de eficiência, mas a "cultura" portuguesa passa pelo uso do transporte particular. "Este é o grande gargalo", lembra o professor.

A solução? "Taxar a entrada dos carros à entrada das cidades, em função da hora do dia, como se faz em Londres" e "melhorar os transportes públicos", aponta o ex-ministro Mira Amaral, que lamenta a "falta de coragem" dos sucessivos governos para "atacar este problema dramático".

Para o responsável, a meta dos 20% de poupança apontada pelo documento que Bruxelas apresenta quarta-feira é, por isso "irrealista" no caso português. "Devia haver modulações da meta, com cada país a ter objectivos diferentes", defende.

Os ganhos de eficiência, garante, têm sido procurados sobretudo pela indústria. "É a unica forma de ser competitiva no mercado, uma realidade que ainda não existe na construção", onde tudo se vende, "seja ou não competitivo em termos energéticos".

António Sá da Costa, presidente da Associação Portuguesa dos Produtores de Energias Renováveis (APREN), sublinha que os ganhos de eficiência estão "intimamente ligados" às energia endógenas, uma aposta que, aliás, tem sido impulsionada por este Governo.

Se, por exemplo, se atingisse um milhão de metros quadrados de painéis solares para aquecimento de águas - previa-se chegar a este valor em 2010, mas actualmente a área coberta não chega a 200 mil -, Portugal pouparia 4 a 5% nas importações de combustíveis fósseis.

In JN.
publicado por saqv_ps às 09:01

Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2007

clip_image001.jpgO sector da aviação é um dos principais responsáveis pela emissão de gases com efeito de estufa na Europa. Por este motivo, a sua inclusão no sistema de transacção de direitos de emissão da União Europeia (ETS) poderia conduzir a uma redução de 46% do dióxido de carbono emitido pelo sector da aviação até 2020.

Embora o nível das emissões produzidas pelos voos domésticos esteja a diminuir, as emissões produzidas pelos voos internacionais estão a aumentar, comprometendo a luta da União Europeia contra as alterações climáticas. Tal deve-se ao facto de os voos domésticos serem abrangidos pelo Protocolo de Quioto, ao contrário dos voos internacionais. As emissões produzidas pelos voos internacionais da União Europeia aumentaram 87% desde 1990, devido à diminuição dos preços das viagens de avião e à escassa atenção que as consequências deste fenómeno para o ambiente têm merecido.

A título de exemplo, as emissões produzidas por um voo Londres -Nova Iorque- Londres são sensivelmente as mesmas que as produzidas por uma família média europeia durante um ano para aquecer a sua casa.

A inclusão do sector da aviação no sistema de transacção de direitos de emissão da União Europeia afigura-se a solução mais eficaz para controlar as emissões produzidas pelas aeronaves, tanto do ponto de vista económico como ambiental, segundo o Comissário responsável pelo ambiente Stavros Dimas.

A proposta da Comissão Europeia prevê a possibilidade de as transportadoras aéreas adquirirem direitos de emissão de dióxido de carbono anuais. No final de cada ano, os operadores devem ceder uma parte dos seus direitos de emissão em função das toneladas de dióxido de carbono que emitiram. O número total de direitos de emissão de que as transportadoras aéreas poderão dispor no futuro não poderá exceder o nível médio de emissões (em toneladas de dióxido de carbono) produzidas em 2004-2006.

O sistema de transacção de direitos de emissão passará a abranger os voos realizados na União Europeia a partir de 2011 e, a partir de 2012, o seu âmbito de aplicação será alargado a todos os voos internacionais cujo ponto de partida ou de chegada seja um aeroporto da União Europeia.

Uma vez que as transportadoras aéreas têm ao seu alcance diversas medidas para reduzir as emissões, tais como investirem em aviões mais eficazes e optimizarem as suas operações, prevê-se que as subidas dos preços sejam limitadas. Não obstante, é de prever um aumento entre 1,8 euros e 9 euros dos preços dos bilhetes de ida e volta no interior da União Europeia até 2020.
publicado por saqv_ps às 09:02

Segunda-feira, 08 de Janeiro de 2007

quimica.jpgA entrada em vigor da nova legislação em 2007 implicará uma reforma exaustiva do fabrico, comercialização, importação e utilização dos produtos químicos.

No dia 1 de Junho de 2007, entrará em vigor uma legislação bastante ambiciosa que controla a utilização de produtos químicos tóxicos na indústria.

Em 13 de Dezembro, o Parlamento Europeu chegou a acordo com os governos da União Europeia quanto ao registo, avaliação, autorização e restrição dos produtos químicos (REACH). A respectiva proposta fora apresentada pela Comissão em 2003.

Este novo quadro legislativo melhorará a protecção da saúde humana e do ambiente através da identificação precoce e mais precisa das propriedades dos produtos químicos. É dada especial atenção às propriedades mais tóxicas que causam o cancro, a esterilidade masculina e feminina, mutações genéticas e malformações congénitas. Esta nova abordagem irá melhorar a capacidade inovadora e a competitividade da indústria química europeia.

A versão final da legislação REACH tem gerado alguma polémica junto dos ambientalistas, que consideram que a mesma deixa por resolver os problemas substanciais e defende os interesses da indústria. Por seu lado, a indústria, defensora da desburocratização, argumenta que os novos procedimentos serão muito burocráticos e onerosos.

Em 2007, será criada uma nova Agência Europeia dos Produtos Químicos (ECHA) com sede em Helsínquia, Finlândia, incumbindo lhe a gestão das novas bases de dados centralizadas.
publicado por saqv_ps às 09:03

Quinta-feira, 04 de Janeiro de 2007

Omis.jpgLitoral europeu aproxima-se de "ponto de não retorno" ambiental

Sobre o ambiente costeiro da Europa, de características únicas, pesa cada vez a ameaça do seu próprio êxito, segundo um novo relatório da Agência Europeia do Ambiente (AEA) publicado em Copenhaga.

Intitulado ‘The changing face of Europe's coastal areas' (Alterações do aspecto das zonas costeiras europeias), o relatório adverte que a rápida aceleração da utilização do espaço costeiro, impulsionada, principalmente, pelas indústrias do entretenimento e do turismo, ameaça destruir o delicado equilíbrio dos ecossistemas costeiros.

Desde princípios do séc. XX, por exemplo, aproximadamente dois terços das terras húmidas europeias (na sua maioria costeiras) desapareceram. O desenvolvimento ao longo do Mediterrâneo criou o "muro mediterrânico" ("Med wall"), expressão que traduz o facto de mais de 50% da costa mediterrânica, segundo o relatório, estar dominada pelo cimento.

"As nossas costas constituem o mais rico dos ecossistemas em termos de número e variedade de plantas e animais. As costas actuam também como portas de acesso económicas à Europa; fazem parte do tecido de muitas sociedades e desempenham um papel crucial na nossa qualidade de vida".

"No entanto, para protegermos as nossas zonas costeiras, devemos valorizá-las não como terrenos de diversão ou vias de transporte com potencial urbanizável, habitacional, recreativo e comercial ilimitado, mas sim como sistemas frágeis que sustentam paisagens e amenidades que constituem o núcleo de muitas comunidades".

A densidade populacional ao longo do litoral europeu é mais elevada e continuará a crescer mais rapidamente do que a do interior, diz o relatório. Entre 1990 e 2000, as áreas artificiais (principalmente estradas e edifícios) nas zonas costeiras aumentaram em quase todos os países europeus.

O desenvolvimento mais rápido foi registado em Portugal (com um aumento de 34% em dez anos), Irlanda (27%), Espanha (18%), seguidos pela França, Itália e Grécia. A costa marítima regional mais afectada é a do Mediterrâneo Ocidental. A reestruturação económica, em larga medida impulsionada por subsídios da UE, constituiu uma força motriz para o desenvolvimento de infra-estruturas que, por sua vez, atraiu a expansão residencial.
publicado por saqv_ps às 08:56

Terça-feira, 02 de Janeiro de 2007

euro.jpgO Conselho de Ministros aprovou, a semana passada, oito contratos de investimento, num total de cerca de 1695 milhões de euros. Entre estes incluem-se os referentes aos projectos de investimento com vista à expansão e modernização da unidade industrial da Celbi e da Repsol Polímeros, e à construção da unidade da Biovegetal - Combustíveis Líquidos Vegetais.

O projecto da Biovegetal, que envolve um investimento de 27 milhões de euros, visa a instalação e equipamento de uma unidade industrial em Vila Franca de Xira, destinada à produção de cem mil toneladas por ano de biodiesel. Além da criação de 21 postos de trabalho, com este projecto prevê-se alcançar um valor acrescentado acumulado de cerca de 15,5 milhões de euros no final de 2010 e de cerca de 41,8 milhões de euros no final de 2015, ano do termo da vigência do contrato.

Foram também aprovadas as minutas do contrato de investimento a celebrar pelo Estado Português, a La Seda de Barcelona e a Artensa – Produção e Comercialização de Ácido Tereftálico Purificado e Produtos Conexos, que tem por objecto a construção e equipamento de uma unidade industrial em Sines.

A futura unidade industrial da Artensa terá uma capacidade de produção de 700 mil toneladas/ano produção de PTA (ácido tereftálico purificado), sobretudo destinadas ao mercado externo. Um projecto que contribuirá para a «consolidação do cluster petroquímico da região de Sines». O investimento em causa supera os 360 milhões de euros, prevendo-se a criação de 150 postos de trabalho e o alcance de um valor de vendas acumulado de 1380 milhões de euros no final de 2012 e de 3307 milhões de euros no final de 2016.

Foram ainda aprovados os termos dos contratos com vista à expansão e modernização da unidade fabril da Celulose Beira Industrial (Celbi), na Figueira da Foz, com vista a potenciar um aumento da capacidade produtiva e das exportações, num investimento de 320 milhões de euros. Também a Repsol YPF, Repsol Química e Repsol Polímeros viram aprovadas as minutas do contrato a celebrar com vista à expansão e modernização do complexo de Sines. Em causa está a ampliação do cracker para cerca de 570 KTA, a construção de uma fábrica de polipropileno e de uma fábrica de polietileno linear, que consumam o etileno e o propileno produzidos no complexo, bem como a construção de uma unidade de co-geração com turbinas a gás. Ao todo, serão investidos 750 milhões de euros.

Entre o pacote de aprovações em sede de Conselho de Ministros contam-se ainda os projectos de ampliação e modernização dos espaços multifuncionais da Movida – Empreendimentos Turísticos (37,7 milhões de euros), de criação de uma unidade de moagem de clínquer com uma capacidade nominal de 1,5 milhões de toneladas/ano e de um terminal portuário no Porto de Setúbal para a recepção de mercadorias e expedição de produtos num contrato a celebrar entre o Estado, a Plêiade – Instrumentos e Participações e CNE – Cimentos Nacionais e Estrangeiros (118 milhões de euros). Inclui-se ainda o projecto de modernização da unidade industrial gráfica da Mirandela - Artes Gráficas, num investimento de 49 milhões de euros, a aplicar nomeadamente em medidas de racionalização dos consumos energéticos através da construção de uma central de co-geração e no registo no EMAS (Eco-Management and Audit Scheme).
publicado por saqv_ps às 08:39


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