Este Blog pretende ser também um traço de união entre quem sente, interpreta e decide o Ambiente e a Qualidade de Vida.
Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007

001.ThunO Parlamento Europeu é favorável a um maior controlo à pesca ao atum, uma vez que as populações desta espécie não param de diminuir no Mediterrâneo e no Atlântico.

Numa resolução não vinculativa adoptada em Estrasburgo , no mês passado, os eurodeputados convidam os governos a endurecer o plano de conservação do atum vermelho, adoptado em Junho por um período de 15 anos.

Este plano, que pretende recuperar os “stocks”, principalmente, no Mediterrâneo, insere-se no âmbito dos esforços mundiais decididos em Janeiro no Japão pelas grandes nações pesqueiras.

O documento prevê uma redução de dez por cento a partir deste ano das quotas de pesca na União Europeia, a limitação das saídas para o mar a seis meses por ano e o aumento, a partir de 2008, do tamanho mínimo para as capturas de dez para 30 quilos, para dar aos atuns tempo para se reproduzirem.

O Parlamento pediu aos Estados que estabeleçam planos de pesca muito restritos para as campanhas anuais. O objectivo é garantir que o número de navios seja proporcional às quotas acordadas.

Mas “Os Verdes” europeus consideram estes esforços para preservar o atum vermelho “insuficientes”. “Como é possível reduzir as capturas se nós continuamos a ter mais barcos e com maior capacidade? Todos os indícios mostram que a situação dos “stocks” está bem abaixo das previsões mais optimistas. Alguns dizem que já passámos o ponto de não-retorno”, comentou um dos eurodeputados ecologistas, o espanhol Raul Romeva.

A resolução do Parlamento Europeu surgiu quando se realizava na Turquia a reunião anual da Comissão Internacional de Conservação dos Atunídeos do Atlântico, que reúne a União Europeia e cerca de 40 países. Na reunião foram fixadas as quotas de pesca dos países membros.

in Público
publicado por saqv_ps às 01:50

Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007

ArbolNavidad.jpgFeliz Natal e um Ano

de 2008 em Ambiente

de Qualidade e Paz.

São os Votos da

Secção de Ambiente e

Qualidade de Vida

para todos os

militantes,

colaboradores

e leitores!




publicado por saqv_ps às 08:18

Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007

LWI1.gifA empresa Águas de Trás-os-Montes apresentou no mês passado, em Vila Real, um projecto pioneiro para preservação dos recursos hídricos, que envolve 1254 alunos.

Lançado pela Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro (AdTMAD), o projecto "Água e Sustentabilidade" é pioneiro em Portugal e conta com o apoio da UNESCO.

Alexandre Chaves, administrador da AdTMAD, disse hoje que, "à medida que o Verão avança pelo Outono, começa a sentir-se a escassez acentuada de água na região do vale do Douro". Ou seja, nas regiões que ainda são abastecidas pelas origens subterrâneas, tais como minas, poços ou furos hertzianos, começa a registar-se a falta de água.

"Este ano o Verão está a entender-se pelo Outono e, como não chove, os aquíferos não estão a ser alimentados", salientou. Segundo o responsável, o território que está a ser mais atingido por esta "alteração climatérica", que se traduz num aumento de temperatura, é o vale do Douro, que se estende desde Freixo de Espada à Cinta até Resende.

Alexandre Chaves lembrou ainda o ditado popular que diz encaixar-se na situação que a região vive actualmente, nomeadamente "ardem os montes e secam as fontes". No entanto, realçou que o nível das barragens da região está "normal para a época". "A situação das barragens é sustentável. Há água suficiente para abastecer as populações que delas dependem", frisou.

A AdTMAD é responsável pela captação, tratamento e abastecimento de água (em alta) para o consumo público da população transmontana e ainda recolha, tratamento e rejeição de águas residuais, normalmente chamadas de esgotos.

Seis anos depois de ter sido constituída, aquela empresa multimunicipal concluiu já 95 por cento do investimento relativo à empreitada do abastecimento, de um total de 250 milhões de euros, e tem a totalidade da obra contratualizada no que diz respeito ao saneamento, cujo investimento ronda os 156 milhões de euros.

O projecto "Água e Sustentabilidade" está a ser desenvolvido pela empresa de consultadoria Maismomentos e poderá vir a ser implementado em mais regiões do país. A iniciativa reúne 1254 alunos de 31 escolas da região transmontana e é composta por dois projectos complementares, designadamente o Programa Educativo "Água - educar, cooperar, proteger", que visa a preservação do património ambiental transmontano e incentivar ao uso racional da água.

O Museu Virtual da Água da região de Trás-os-Montes e Alto Douro é o segundo projecto e tem como objectivo construir e expor uma memória colectiva na Internet, que sublinhe a relação entre a Água, Cultura e Território. O Museu Virtual da Água pretende ser uma espécie de álbum de memórias dos 31 concelhos da área de influência da AdTMAD, desde as suas fontes, regadios, pontes, lendas rios ou ribeiros.

O objectivo é que cada escola participe no museu através do preenchimento da secção do "álbum de memórias" dedicada ao seu concelho, introduzindo neste fotografias, vídeos, ficheiros de áudio e documentos de modo a que, no final, o Museu represente uma memória colectiva da região sobre o tema da água. "Através da educação ambiental vamos preenchendo o Museu Virtual da Água", explicou Alexandre Chaves.

A turma que mais contribuir para o Museu, quantitativa e qualitativamente, receberá como prémio final uma viagem à ExpoZaragoza, em Espanha.

Para assinalar o fim da primeira fase do projecto educativo, em Junho de 2008, a AdTMAD vai convidar todos os grupos das escolas envolvidas a visitar a Exposição "Águas passadas ainda movem moinhos", realizada com base no espólio de imagens e histórias sobre água na região que forem registadas no Museu Virtual da Água.

Participam na apresentação do projecto o embaixador da UNESCO Andresen Guimarães e ainda representantes da Direcção Regional de Educação do Norte, Agência Portuguesa do Ambiente, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, Museu do Douro e Unidade de Missão do Douro.

Lusa
publicado por saqv_ps às 01:15

Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007

biogas-reactor.jpgA febre dos biocombustíveis vai falhar a menos que as colheitas sejam plantadas de forma responsável, anunciou o chefe do programa ambiental da ONU, Achim SteinerAchim Steiner afirmou que há uma necessidade urgente de criar parâmetros de protecção para que as florestas tropicais não sejam destruídas. Os proprietários de terrenos terão também de garantir que os seus biocombustíveis não produzam mais CO2 do que o necessário.

Muitos críticos afirmam que o biocombustível vai conduzir a uma diminuição do stock de alimentos e à destruição das florestas, apontando o fim dos pântanos na Indonésia como um exemplo da folia do biodiesel.

Estes pântanos são uma das mais ricas fontes de carbono para o planeta e estão a ser queimados para produzir óleo de palma. Steiner considera que o próprio país é culpado desta destruição devido à incapacidade de policiar as suas terras.

O responsável pelo programa ambiental apelou ainda a todos os investidores para que desenvolvessem biocombustíveis de segunda ou terceira geração, que pudessem ser plantados noutras terras não utilizáveis para comida. Steiner receia também que os benefícios do biodiesel se percam com o retrocesso dos consumidores.

Estas declarações surgiram na sequência das críticas de um grupo de cientistas independentes que escreveram ao IPCC considerando que as perspectivas ambientais dos estudos sobre biodiesel são «ingénuas».

in SOL
publicado por saqv_ps às 07:49

Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007

wind-farm.jpgTrês naves com 300 metros de comprimento, 100 metros de largura, erguidas e equipadas em nove meses, numa área equivalente a três campos de futebol, constituem a primeira fábrica de pás de torres eólicas do país que o primeiro-ministro, José Sócrates, inaugurou, em Viana do Castelo.

A unidade fabril, parte central do (também) primeiro projecto industrial integrado do país, e que o consórcio Eneop ganhou, arranca um ano antes da obrigação contratual com o Estado, de forma a “aproveitar uma oportunidade de mercado”, segundo o presidente do consórcio, Aníbal Fernandes.

Apresenta também preocupações ambientais invulgares para os padrões portugueses. Por exemplo, vai funcionar com um sistema de iluminação natural e com um tanque subterrâneo de cerca de 1000 metros cúbicos para armazenar água das chuvas para utilizar no processo produtivo e para uma reserva permanente contra incêndios.

A fábrica, da responsabilidade dos alemães da Enercon que são o parceiro tecnológico do consórcio, começou a laborar em outuro e finalizou a fase de testes, com 140 trabalhadores recrutados. Em Março de 2008 deverá funcionar já em cruzeiro, com 540 trabalhadores distribuídos por dois turnos.

A antecipação da sua entrada em funcionamento em cerca de um ano deve-se a uma opção da Enercon, face à existência de encomendas de equipamento por parte de clientes portugueses (extraconsórcio), “uma oportunidade”, de acordo com o mesmo responsável, que “vai evitar importações da Alemanha”.

Neste primeiro ano, vai produzir 450 pás. Depois, a partir de 2008 e até 2010, produzirá integralmente para os parceiros do consórcio (Enernova, da EDP, Finerge, da Endesa, Generg, da Electrabel e Fundação Oriente, e Sodesa, da Endesa e Sonae). A partir desse ano, está obrigada a exportar 60 por cento do total da sua produção.

A fábrica de pás de rotor foi a segunda de seis novas unidades do cluster industrial eólico a ser inaugurada – a primeira foi a das torres metálicas, da A. Silva Matos - um projecto que conta ainda com a ampliação de 12 unidades industriais existentes e a promessa de mais de 1500 milhões de euros de investimento, no total.

Entretanto será também assinalado o lançamento da primeira pedra das fábricas de torres de betão, em Viana do Castelo, e de geradores e mecatrónica, em Lanheses, representando um investimento superior a 41 milhões de euros.

Com o pólo industrial eólico a desenvolver em Viana do Castelo, a Enercon vai construir integralmente os geradores pela primeira vez fora da Alemanha e terá na cidade minhota a sua unidade mais avançada.

A fábrica de pás, pela qual é responsável, custou- lhe 2,5 milhões de euros acima dos quase 35 milhões de euros previstos, pelo facto de as prospecções geológicas terem revelado um terreno menos propício do que o previsto e obrigado à construção de fundações do edifício mais complexas.

O custo da fábrica, cuja construção arrancou em Janeiro, é suportado pela Enercon, sendo que o incentivo para o consórcio vem por via da tarifa que lhe será paga pela produção de energia eléctrica nos parques eólicos dos seus parceiros.

Ecoesfera-Lurdes Ferreira
publicado por saqv_ps às 08:52

Quinta-feira, 06 de Dezembro de 2007

clima.gifAs consequências das alterações climáticas arriscam-se a ser “irreversíveis”, alertaram os delegados do IPCC (Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas) que adoptaram em Valência, Espanha, a síntese do seu relatório que se destina aos dirigentes do planeta.

“As alterações climáticas de origem humana e as suas consequências poderão ser súbitas ou irreversíveis”, indica o texto do “resumo para os decisores” que os delegados do IPCC, de 130 países, adoptaram.

Esta frase foi alvo de intensas discussões. Alguns países, como os Estados Unidos, consideravam que a expressão "irreversível" não corresponde a nenhuma definição científica, segundo um participante. Outros, nomeadamente os europeus, insistiram para manter a palavra porque traduz a realidade.

A delegação norte-americana também combateu, em vão, uma frase indicando que "todos os países" serão afectados pelos impactos das alterações climáticas.

Os cientistas do IPCC, reunidos em Valência, sob égide da ONU, chegaram a acordo sobre um resumo de 20 páginas que deverá ser a base da resposta futura às alterações climáticas.

A próxima ronda de negociações no âmbito da ONU está marcada para o início de Dezembro em Bali, Indonésia. Trata-se de dar seguimento ao Protocolo de Quioto, que expira em 2012.

O senador norte-americano John Kerry, democrata, comentou que “a resposta política precisa de estar baseada naquilo que a Ciência nos diz”.

A organização ecologista WWF, na voz de Stephan Singer, lamentou o bloqueio que os Governos contrários à obrigação de redução das emissões poluentes estão a fazer ao acordo científico sobre as alterações climáticas. Fonte anónima referiu os Estados Unidos, Rússia e Arábia Saudita.

AFP, Reuters
publicado por saqv_ps às 08:31

Segunda-feira, 03 de Dezembro de 2007

p16_Hypertension.jpgÉ uma das principais responsáveis pelo número de mortes prematuras nos países desenvolvidos e contribui, dizem os números, para cerca de metade de todas as doenças cardiovasculares. Por cá, a hipertensão ocupa também um lugar de destaque na lista de problemas que afectam a população – 42 por cento dos portugueses vive com ela –, apesar de muitos desconhecerem que dela sofrem e outros tantos (61 por cento) terem a doença por controlar. Estatísticas que demonstram a importância da CYT006-AngQb, nome provisório – tal como é ainda o medicamento – daquilo que pode vir a ser a primeira vacina para combater a hipertensão arterial

Os resultados do trabalho de uma equipa de cientistas do Hospital Universitário do Cantão de Vaud, na Suíça, apresentados recentemente em Orlando, nos EUA, no decorrer da reunião anual da Associação Americana do Coração, são animadores e deixam no ar a promessa de uma nova solução para reduzir os números negros da hipertensão. Promessa confirmada ao CM por Claudine Blaser, uma das autoras do trabalho. “Completámos o primeiro estudo em doentes com hipertensão e os resultados são promissores. Estamos a planear avançar para a nova fase do estudo já no início de 2008.”

Aquela que poderá vir a ser a primeira vacina do género actua sobre a angiotensina II, hormona responsável pela subida da tensão, a mesma sobre a qual actuam alguns medicamentos já disponíveis no mercado. A CYT006-AngQb impede que a angiotensina I se transforme em II. Os autores do estudo desenharam um fármaco a partir de partículas em forma de vírus, ainda que sem a sua capacidade infecciosa, destinados a provocar uma resposta do organismo contra a hormona hipertensora.

Ao todo, 72 doentes hipertensos experimentaram o medicamento, inoculado três vezes. E tanto os valores da tensão sistólica (a mais elevada), assim como a diastólica (a baixa) reduziram-se significativamente em todos os que foram vacinados. Resultados que, apesar de preliminares, não deixaram a comunidade científica indiferente.

A vacina, que tem sido bem tolerada e revela-se segura, sem grandes efeitos secundários, tem como principal vantagem pôr fim aos tratamentos diários actuais, que muitos doentes – 10 a 25 por cento, de acordo com as estatísticas – não levam a bom porto. No entanto, de acordo com Claudine Blaser, serão ainda necessários mais estudos “e pelo menos mais cinco anos até que um medicamento como este consiga a autorização para entrar no mercado”.

Resultados provisórios mas promissores

A investigação incidiu em 72 doentes hipertensos a quem foram dadas três doses da vacina. A tensão destes pacientes baixou significativamente, resultados que, embora provisórios, entusiasmaram a comunidade científica.

hypertention-cxamation.jpgInimigo presente nos hábitos alimentares

Se, em muitos casos, são desconhecidos os motivos que levam ao desenvolvimento de hipertensão, noutros é evidente o papel desempenhado pelos estilos de vida, que permitem o aumento do número de situações. O sedentarismo e os hábitos alimentares são factores de risco identificados pelos especialistas, confirmando que a prática regular de exercício físico e o saber comer não permitem apenas manter a linha, mas podem afastar o fantasma da tensão elevada.

Ao nível alimentar, diz quem sabe que importa ter particular cuidado com as gorduras, inimigas das artérias e com o teor de sal presente nos alimentos. Por cá, abusa-se deste condimento. Um dos exemplos é o pão, um dos alimentos mais consumidos pelos portugueses, que bate recordes quando se trata de medir os níveis de sal. Contas feitas, por dia, os portugueses ingerem, em média, 12 gramas de sal, o dobro dos valores recomendados pela Organização Mundial de Saúde. E, avança um estudo recente, não é preciso muito para salvar vidas: bastava que cada português ingerisse menos um grama de sal por dia para salvar 2640 pessoas por ano.

Um quinto dos jovens tem tensão alta

A hipertensão é uma doença cada vez mais presente nas sociedades de-senvolvidas e Portugal não é excepção. Pelo contrário. As estatísticas nacionais traduzem um problema de saúde que afecta cada vez mais pessoas. Ao todo, são mais de quatro milhões e nem os mais jovens escapam.

De acordo com os dados mais recentes, entre 20 a 30 por cento das crianças e jovens com idades até aos 18 anos sofre de pressão arterial elevada. Dizem os especialistas que, destes, apenas uma minoria sabe que sofre com a doença – três em cada quatro desconhece o problema –, que aumenta entre os mais novos muito graças ao estilo de alimentação.

Entre os adultos, um estudo recente, elaborado pela Sociedade Portuguesa da Hipertensão, revela que apesar dos perigos que representa (risco acrescido de problemas cardiovasculares), os portugueses não estão muito informados sobre o tema.

Se a quase totalidade – 95 por cento – considera a doença grave ou muito grave, a maioria desconhece quais os valores a partir dos quais existe tensão arterial elevada. Identificados pelos portugueses são também muitos dos factores de risco, como o consumo excessivo de sal ou o stress, mas, apesar disto, apenas 18 por cento reconhece sofrer da doença, quando esta afecta 42 por cento dos cidadãos nacionais.

Mas os problemas não se ficam por aqui. Os dados referentes à realidade portuguesa dão ainda conta que muitos são os que não cumprem os tratamentos, aumentando o risco de problemas como os acidentes vasculares cerebrais, responsáveis por uma em cada duas mortes registadas no País.

hypertention-diet.jpg<B.I. DA DOENÇA

O que é


Quando a pressão arterial permanece acima dos níveis estabelecidos como normais, quer no que diz respeito à tensão alta quer à baixa, fala-se em hipertensão, problema de saúde cada vez mais preocupante nos países desenvolvidos.

Causas

Na grande maioria dos casos desconhecem-se as causas do problema. Há doenças que podem ser as responsáveis pela hipertensão e há também factores de risco, como a hereditariedade e a idade, aos quais é importante prestar atenção.

Factores de risco

Além do excesso de peso e da obesidade, entre os factores de risco está ainda o consumo excessivo de sal e de bebidas alcoólicas, o sedentarismo, uma alimentação desequilibrada, os hábitos tabágicos e o stress.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito através da medição da pressão arterial e só é considerada hipertensa uma pessoa que apresente valores elevados em, pelo menos, três medições seguidas. Cabe ao médico fazer o diagnóstico da doença.

Tratamento

Pode ser feito através de medicação ou alterando estilos de vida, o que inclui largar o vício do tabaco, controlar o peso, ter cuidados com a alimentação e com a ingestão de sal, assim como de alimentos ricos em colesterol e gorduras saturadas.

Realidade dos números

4,2 milhões de portugueses são obrigados a viver com hipertensão, o que faz de Portugal um dos países europeus com maior incidência dessa doença.

2 milhões de portugueses desconhecem que sofrem do problema, não recebendo o tratamento adequado para controlar a doença.

120/80mmHg é o valor de pressão arterial média que é definido pelos especialistas como sendo normal para os adultos.

140/90mmHg é o valor da pressão arterial considerado elevado. Quando verificado em repetidas medições é sinal de hipertensão.

30% dos adultos na maioria dos países desenvolvidos apresenta valores elevados de pressão arterial, fruto da vida moderna.

12% dos portugueses tem a hipertensão controlada, isto apesar de mais de 40 por cento sofrer com a doença.

50% dos hipertensos portugueses são obesos, avançam os especialistas, que alertam para a necessidade de controlar o peso.

Carla Marina Mendes, Exclusivo Correio da Manhã / El Mundo
publicado por saqv_ps às 08:56


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