Este Blog pretende ser também um traço de união entre quem sente, interpreta e decide o Ambiente e a Qualidade de Vida.
Segunda-feira, 31 de Março de 2008

arv.bmpO Governo vai incluir matas públicas nas Zonas de Intervenção Florestal (ZIF) e simplificar legislação para que, durante 2008, a área de floresta gerida através das ZIF atinja os 50 mil hectares, anunciou o ministro da Agricultura, Jaime Silva.

"Decidimos que as nossas matas públicas vão entrar também com os privados em grandes condomínios para que a gestão económica seja atractiva", disse Jaime Silva, em declarações aos jornalistas, no final de uma cerimónia comemorativa do Dia Mundial da Floresta, que teve lugar no Ministério da Agricultura.

Jaime Silva esclareceu que a decisão não abrange as matas nacionais, como Sintra ou o Buçaco, mas sim as matas públicas produtivas. "Isto significa que os proprietários que são vizinhos destas matas podem criar uma ZIF sabendo que o Estado entra também nessa parceria e sabendo mais: que o Estado não quer gerir essas áreas", adiantou o ministro da Agricultura.

Auditorias para fiscalizar

"O Estado vai apenas aprovar o plano de gestão florestal e vai fazer uma auditoria ao longo do tempo para ver se essa ZIF que tem matas públicas está a ser bem gerida", precisou. "Nós até nos retiramos da gestão porque pensamos que a gestão das matas do ponto de vista ambiental e do ponto de vista produtivo pode ser bem feita por empresário privados", explicou ainda o ministro.

As zonas de intervenção florestal (ZIF) são áreas florestais contínuas, pertença de vários proprietários que se organizam para gerirem e defenderem o seu património florestal. Fazem-no com o apoio de uma entidade gestora única, dotada de capacidade técnica e de centro de custos. Com as ZIF, o Governo pretende profissionalizar o ordenamento e a gestão florestal com vista, entre outros objectivos, a reduzir as condições de propagação de incêndios.

Apesar de as ZIF terem arrancado em 2005 só agora começam a dar os primeiros passos sólidos no terreno, representando ainda uma pequena parte da área florestal total do país. "Ainda não chegámos aos dois por cento, mas este ano queremos 50 mil hectares e por isso é que vamos simplificar a legislação porque a legislação exige que haja um mínimo de mil hectares e um mínimo de 51 proprietários" para a criação de uma ZIF, revelou Jaime Silva. "Vamos baixar esta fasquia para ver se criamos mais rapidamente as ZIF e ao mesmo tempo nas áreas onde estamos a gerir as matas públicas, matas de valência produtiva, vamos entrar nas ZIF alargando a sua dimensão e dando outra atractividade económica a essas ZIF", acrescentou.

Jaime Silva aproveitou, na mesma altura, para adiantar que a média anual de floresta ardida tem caído bastante, passando de 250 mil hectares em 2004 para 70 mil em 2005 e 31 mil em 2007.

Lusa
publicado por saqv_ps às 02:27

Quinta-feira, 27 de Março de 2008

mozarella.gifO Ministério da Saúde italiano convocou uma “reunião de crise” para ontem, devido à descoberta de taxas de dioxina superiores ao normal no leite de búfala utilizado para produz o famoso queijo mozzarella.

De acordo com um comunicado do Ministério da Agricultura italiano, a reunião tem como objectivo analisar as últimas informações e tomar as decisões necessárias para tentar resolver o problema, que está a pôr em causa a fama do conhecido queijo.

Devido aos resultados alarmantes das análises já realizadas e ao sequestro de várias dezenas de criações de búfalas na região de Nápoles, Itália, o Japão e a Coreia do Sul já suspenderam as importações de queijo mozzarella.

A Itália produz cerca de 33 mil toneladas deste tipo de queijo a partir do leite de pelo menos 250 mil búfalas, sendo que 16 por cento desta produção é exportada.
publicado por saqv_ps às 08:28

Segunda-feira, 24 de Março de 2008

vent.bmpA China vai construir o maior parque eólico marítimo do país na província de Guangdong, no sul da China, fronteira a Macau, para reduzir a escassez energética na região, informou a imprensa estatal chinesa.

O parque, que vai ocupar uma área de 240 quilómetros quadrados de superfície marítima, inclui geradores com uma capacidade de produção de 1,25 milhões de quilowatts, uma central energética com capacidade de oito milhões de quilowatts e ainda um porto, segundo a agência noticiosa oficial chinesa Nova China.

O município de Lufeng, a cidade costeira mais próxima do local do parque eólico, e a empresa Guangdong Baolihua New Energy Stock vão financiar o projecto, segundo a agência.

A província de Guangdong, fonte da maior parte das exportações chinesas, sofre há anos de uma falta crónica de energia. A escassez de 2008 ameaça ser a mais grave dos últimos 30 anos, devido ao aumento da procura e às quebras no sistema de abastecimento causadas pelos nevões do último Inverno, o pior do último meio século.

Segundo a Nova China, os responsáveis do governo local esperam que o parque eólico "alivie a pressão e optimize a estrutura energética" da província.

Segundo números citados pela agência Xinhua, os parques eólicos na China, até ao final de 2007, tinham uma capacidade instalada de 6.05 milhões de quilowatts, representando um aumento de 2.67 milhões de quilowatts em relação ao ano transacto. Estão assim cumpridas as metas para a energia eólica previstas para 2010.

Actualmente, a China é o quinto país com maior capacidade eólica instalada, ainda longe da Alemanha (com uma capacidade de 20.6 milhões de quilowatts).

Lusa - Público
publicado por saqv_ps às 08:26

Quinta-feira, 20 de Março de 2008

aammbbi.bmpAs soluções para os maiores problemas ambientais do planeta são “acessíveis, alcançáveis e economicamente suportáveis” quando comparadas com as perspectivas de crescimento económico e o custo das consequências da inacção, revelou a OCDE (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico) no lançamento do seu “Environmental Outlook” 2008, em Oslo.

O relatório - que combina as projecções económicas e ambientais para as próximas décadas e simula políticas para solucionar desafios - elegeu como os problemas mais urgentes as alterações climáticas, perda da biodiversidade, falta de água e impacto da poluição na saúde.

Sem intervenção, em 2030, as emissões mundiais de gases com efeito de estufa (GEE, sigla em inglês) terão aumentado 37 por cento e em 2050, 52 por cento.

Para responder às necessidades de alimentação e biocombustíveis, o mundo precisa aumentar a área agrícola em dez por cento até 2030.

Outra das conclusões da OCDE é que, em 2030, mais mil milhões de pessoas viverão em zonas com graves problemas de falta de água. As mortes prematuras causadas pelo ozono à superfície vão quadruplicar.

Perante estes cenários, “os países precisam alterar a estrutura das suas economias, no sentido de um futuro com menos emissões de carbono, um futuro mais verde e mais sustentável”, comentou o secretário-geral da OCDE, Angel Gurria.

“Os custos desta mudança são suportáveis economicamente”, mas não se deve perder de vista a necessidade de “aproveitar as novas oportunidades”, acrescentou.

Segundo o relatório, o PIB mundial vai quase duplicar até 2030. Segundo as simulações da OCDE, custaria apenas um por cento desse crescimento a implementação de políticas que podem reduzir um terço a poluição do ar e conter as emissões de GEE em 12 por cento, em vez do crescimento de 37 por cento previsto se nada for feito.

A OCDE recomenda um “mix” de políticas como as taxas ambientais, a internalização dos custos ambientais, comércio de emissões, aplicação do princípio do poluidor-pagador e o fim de subsídios a actividades que prejudiquem o Ambiente.

É importante ainda o investimento em investigação e a rotulagem ecológica.

Quanto à partilha dos custos, a OCDE diz que os países desenvolvidos e as economias emergentes devem dividir responsabilidades na questão das emissões de GEE. Tanto mais que, em 2030, as emissões de quatro países - Brasil, Rússia, Índia e China - vão exceder as emissões dos 30 países membros da OCDE. “A justa partilha dos custos será tão importante como o progresso tecnológico e a escolha dos instrumentos políticos”, escreve a organização.

“O custo global da acção será muito menor se todos os países trabalharem em conjunto”, comentou Gurría.

O relatório “combina a esperança para o futuro com um apelo actual e urgente à acção. Dá uma orientação importante para os decisores políticos e integra as análises económica e ambiental”, comentou o primeiro-ministro norueguês, Jens Stoltenberg, anfitrião da cerimónia mundial de lançamento.

PÚBLICO
publicado por saqv_ps às 03:15

Segunda-feira, 17 de Março de 2008

ambiente.bmpO primeiro-ministro irlandês Bertie Ahern apresentou uma série de financiamentos, que totalizam 200 milhões de euros, para dotar o país de uma economia mais ecológica e mais respeitadora dos princípios do desenvolvimento sustentável, até 2020.

“Somos os mais bem colocados para garantir o nosso futuro económico, colocando-nos no centro do progresso mundial da energia verde”, declarou Ahern numa conferência de imprensa sobre energias renováveis.

O chefe do Governo irlandês estava acompanhado por sete ministros que anunciaram medidas nos seus respectivos domínios, destinadas a “enverdecer” a Irlanda.

No total, estas medidas representam 200 milhões de euros de financiamentos, destinados, nomeadamente, à investigação em matéria energética e à utilização dos biocombustíveis para os transportes.

O Governo quer “criar um ambiente que permita libertar as imensas oportunidades que esta nova era energética pode dar à nossa economia, em termos de criação de empregos e de investimentos estrangeiros”, lembrou Ahern.

“Queremos adoptar uma abordam directa, interactiva para orientar as futuras acções governamentais, para que a Irlanda seja uma das primeiras economias com baixas emissões de CO2”, acrescentou.

Actualmente, 90 por cento da energia utilizada na Irlanda provém de combustíveis fósseis importados (60 por cento de petróleo). “Utilizamos 165 mil barris de petróleo por dia”, revelou Ahern.

“Devemo-nos preparar para um futuro onde o fornecimento de petróleo convencional começará a contrair-se, mais do que continuar a aumentar”, salientou.

Depois das eleições legislativas no ano passado que venceu, Bertie Ahern formou um Governo de coligação com três partidos, entre eles os Verdes.

in Ecoesfera
publicado por saqv_ps às 07:05

Quinta-feira, 13 de Março de 2008

1ble.jpgAs alterações climáticas deverão provocar nos próximos 20 anos perdas acentuadas nas colheitas de países que já se confrontam com fome e malnutrição, conclui um estudo publicado hoje na revista Science. Em algumas regiões do Sul de África, por exemplo, a perda nas colheitas de milho rondará os 30 por cento.

O estudo foi feito por uma equipa coordenada por David Lobell, do programa de segurança alimentar e ambiente da Universidade de Stanford (EUA). Foram estudadas as 12 regiões onde as situações de fome são mais graves, de acordo com os dados da Organização para a Agricultura e Alimentação (FAO) das Nações Unidas. A maioria dessas regiões fica na Ásia, na África subsariana e na América Central.

A partir de 20 modelos que permitem prever as alterações climáticas, os investigadores verificaram que, em algumas regiões, a temperatura irá aumentar, em média, um grau. Por outro lado, haverá uma diminuição da precipitação em várias zonas do Sul de África, da Ásia do Sul, da América Central e do Brasil.

Depois, o novo cenário climático foi relacionado com as culturas daquelas regiões e as conclusões são preocupantes: o Sul de África poderá perder cerca de 30 por cento da sua principal cultura, o milho, o que terá fortes implicações na alimentação. E na Ásia do Sul, por exemplo, várias zonas perderão cerca de dez por cento de alguns dos principais alimentos, como o milho-painço, o milho e o arroz.

"A maioria dos cerca de mil milhões de pobres no mundo depende da agricultura para viver", sublinhou David Lobell, no comunicado que di-

vulga o estudo. "Infelizmente, a agricultura é a actividade humana mais vulnerável às mudanças do clima", acrescentou.

"Compreender onde é que as ameaças climáticas serão maiores, que culturas afectarão e em que escala temporal, será uma questão central no esforço para combater a fome e a pobreza nas próximas décadas".

Os investigadores procuraram estabelecer a relação entre as culturas e a sua vulnerabilidade às alterações climáticas. "Ficámos surpreendidos ao ver quanto e quão cedo certas regiões podem ser afectadas se não se adaptarem", salientou outro dos autores do estudo, Marshall Burke, também da Universidade de Stanford.

Mas se, por um lado, as conclusões do estudo apontam para o agrava-

mento das situações de fome em diversas regiões, também fornecem pistas sobre a forma de colmatar os danos.

Poderão efectuar-se mudanças simples e baratas, em alguns casos, como alterar a época de plantação ou mudar as espécies cultivadas. Mas, escrevem os autores, "os maiores benefícios resultarão de medidas mais dispendiosas, como o desenvolvimento de novas variedades de cultivo ou a expansão da irrigação".

Isabel Gorjão Santos
publicado por saqv_ps às 08:10

Segunda-feira, 10 de Março de 2008

ttt.bmpUma equipa de oceanógrafos norte-americanos chama “sopa de plástico” aos cem milhões de toneladas de resíduos que flutuam no Oceano Pacífico desde o Japão ao Havai. Dizem que é a maior lixeira do mundo, com o equivalente a duas vezes o tamanho dos Estados Unidos. Está a ser acompanhada desde 1997 e, desde então, não tem parado de crescer.

Segundo explica Charles Moore, oceanógrafo americano que descobriu o fenómeno, ao jornal “The Independent”, os resíduos não biodegradáveis mantêm-se concentrados devido às correntes oceânicas, a 500 milhas náuticas da costa da Califórnia.

“Inicialmente as pessoas pensavam que era uma ilha de lixos plásticos, sobre a qual quase se podia andar. Mas não é bem isso. É mais como uma sopa de plástico”, explica Marcus Eriksen, investigador da Fundação Algalita para Investigação Marinha.

O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer compara a lixeira flutuante a um ser vivo. “Move-se como um animal enorme”. Quando chega a terra, no arquipélago do Havai, a praia fica coberta de lixo.

Segundo a edição online do jornal, cerca de um quinto dos resíduos provêm de descargas de navios e de plataformas petrolíferas. O resto vem do continente.

Moore descobriu a lixeira em 1997 quando participava numa regatta entre Los Angeles e o Havai, numa zona com pouca circulação oceânica, devido aos ventos fracos. Ontem alertou que, a menos que os consumidores reduzam os seus resíduos plásticos, a lixeira pode duplicar de tamanho nos próximos dez anos.

David Karl, oceanógrafo na Universidade do Havai diz que “não há razão para duvidar” da Fundação Algalita mas defende que são precisos mais estudos sobre a dimensão e natureza da “sopa de plástico”. Karl está a preparar uma expedição que vai ao local no final deste ano.

Segundo a ONU, os resíduos de plástico são responsáveis pela morte de mais de um milhão de aves marinhas e mais de cem mil mamíferos marinhos por ano.

PUBLICO.PT
publicado por saqv_ps às 08:08

Quinta-feira, 06 de Março de 2008

fumo.jpgOs líderes dos países que mais emitem gases com efeito de estufa – incluindo potências emergentes como a China, a Índia e o Brasil – podem vir a reunir-se durante próxima cimeira do G8, em Julho, no Japão. O G8 inclui as sete nações mais industrializadas do mundo, mais a Rússia. Mas, caso se concretize, o encontro paralelo sobre o aquecimento global incluiria 16 nações, mais a União Europeia.

Este foi um dos temas aflorados numa reunião, de nível intermédio, desses mesmos países, que se realizou em Honolulu, Havai. Foi o segundo encontro dos maiores poluidores, num processo lançado no ano passado pelo presidente norte-americano, George W. Bush, paralelo às negociações formais sobre o clima no âmbito das Nações Unidas.

A primeira reunião, em Setembro, foi marcada por dúvidas sobre a intenção daquele processo. Mas agora – depois da última conferência climática da ONU, em Dezembro, em Bali – o tom do diálogo mudou.

“As eventuais resistências ou suspeitas desapareceram”, disse ao PÚBLICO o secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, que esteve em Honolulu, a convite da presidência eslovena da União Europeia. “Agora temos o Plano de Acção de Bali. O que quer que se faça nessa reunião das maiores economias tem de ser um contributo para o processo das Nações Unidas”.

Os encontros dos maiores emissores mundiais são encarados mais como uma troca de ideias e posições. “Não estamos a negociar, estamos a dialogar”, afirma Humberto Rosa.

“Agora estamos a ver os Estados Unidos a discutirem a matéria”, disse também Brice Lalonde, embaixador francês para as alterações climáticas, citado pela agência Reuters. “Mas, obviamente, aguardamos o próximo passo, que seria os Estados Unidos terem uma meta para a redução de gases com efeito de estufa, juntando-se nisso a todos os outros países desenvolvidos”.

Os Estados Unidos rejeitaram, em 2001, o Protocolo de Quioto, o acordo internacional que fixa metas obrigatórias de redução de emissões para os países desenvolvidos. Mas em Bali, os EUA subscreveram o Plano de Acção, que estabelece as balizas para a negociação de um novo acordo climático pós-Quioto.

James Connaughton, que lidera, na Casa Branca, o Conselho para a Qualidade Ambiental, afirmou ao final da reunião de Honolulu: “Estamos a trabalhar para compreender melhor as diferentes perspectivas das diferentes delegações e para encontrar um terreno comum”.

A próxima reunião dos maiores emissores do mundo – Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Rússia, Coreia do Sul, África do Sul, Reino Unido, Estados Unidos e União Europeia - será em Abril, em Paris. A reunião do G8 decorre entre 7 e 9 de Julho em Hokkaido, no Japão

Ricardo Garcia
publicado por saqv_ps às 08:11

Segunda-feira, 03 de Março de 2008

cachaça.jpgA Comissão Europeia (CE) quer que os consumidores possam fazer “escolhas mais saudáveis”, com base em rótulos mais claros e precisos. Para isso aprovou esta quarta-feira uma proposta de revisão das regras de rotulagem dos géneros alimentícios.

O objectivo do novo regulamento é que “os consumidores disponham, de forma legível e compreensível, da informação essencial de que precisam para tomar decisões informadas quando fazem as suas compras”.

As novas regras obrigam a que os alimentos pré-embalados apresentem as informações nutricionais mais significativas na parte da frente da embalagem.

Os alimentos devem ainda conter o valor energético e os teores das matérias gordas, ácidos gordos saturados, glícidos, com especial referência aos açúcares e sal, na parte da frente das embalagens, devendo também ser indicada a proporção destes elementos relativamente às doses de referência.

As novas exigências serão alargadas aos alimentos não pré-embalados, incluindo os que são vendidos em estabelecimentos de restauração. Os consumidores deverão ainda ter conhecimento da presença de alergénicos.

in Correio da Manhã
publicado por saqv_ps às 08:19


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