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Segunda-feira, 17 de Julho de 2006

map_noticia_peq.jpgAs alterações climáticas arriscavam-se a ser a questão “órf㔠da cimeira do G8 de 2006, este fim-de-semana em São Petersburgo, mas o mais recente esboço da declaração política mostra que, afinal, continuam a ser uma das principais preocupações do clube dos países mais ricos do planeta.

Quando se espera um aumento de 50 por cento das necessidades energéticas do mundo em 2030, a Rússia, país anfitrião, fez da “segurança energética” o centro da cimeira.

Os ambientalistas recearam que as conversações sobre como disponibilizar mais energia para os automóveis, casas e indústrias iriam eclipsar as preocupações sobre o clima.

A última versão da declaração política não define novas metas nem promete novos fundos para combater as alterações climáticas. Mas compromete as oito nações a “continuar a trabalhar para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e lidar com o desafio das alterações climáticas”.

Segundo a WWF (World Wildlife Fund), se for aprovada pelos líderes na sua última versão, a declaração mostra que o G8 reconhece que o combate às alterações climáticas é parte vital de uma política energética.

Mas este é um tema complicado para o G8, uma vez que o seu maior membro, os Estados Unidos, recusam ratificar Quioto. A declaração sustenta a oposição da administração Bush porque diz que o protocolo não compromete o G8 como um grupo.

“Aqueles de nós que se comprometeram a fazer do Protocolo de Quioto um sucesso provam a importância que lhe conferimos”, diz a declaração que não deverá sofrer alterações de maior.

O documento salienta a importância de energias alternativas e renováveis, como a solar, tidas como cruciais pelos ecologistas. “Pelo menos, a eficiência energética e as renováveis fazem agora parte do futuro. Deixaram de ser um ‘primo afastado’ pouco popular”, comentou Jennifer Morgan, da WWF.

A declaração pode promover a energia nuclear como fonte que não emite dióxido de carbono, apesar da forte oposição de ambientalistas, grupos civis e dois países do G8, a Itália e Alemanha.

Quanto ao período pós-Quioto, a declaração afirma a importância do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC), cujo último relatório deverá ser publicado no próximo ano.
publicado por saqv_ps às 09:14


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