Este Blog pretende ser também um traço de união entre quem sente, interpreta e decide o Ambiente e a Qualidade de Vida.
Terça-feira, 18 de Julho de 2006

turbina.jpgOs consórcios liderados pela EDP e Galp concorrentes ao concurso do Governo para a atribuição de 1500 MW de energia eólica obtiveram as melhores pontuações nesta primeira fase de selecção.

EDP e Galp ficaram em primeiro e segundo lugares, respectivamente. Os concorrentes, que foram ontem notificados com o relatório do júri, têm agora 10 dias para responder. Depois disso, o Governo pode, segundo o caderno de encargos, escolher dois, ou até três, candidatos para negociar a criação de um "cluster" industrial. "As propostas da EDP e da Galp estão muito próximas", sendo que "a da Iberdrola, em terceiro lugar, tem quase metade da pontuação", precisou outra fonte ao Jornal de Negócios Online. Em último lugar ficou o consórcio da Enel Union Feon, que está desclassificada à partida.

Em causa está a atribuição de uma fatia de 1000 MW ao consórcio que ficar classificado em primeiro lugar e de 500 MW para o segundo. Acontece que a Eólicas de Portugal, encabeçado pela EDP, concorreu apenas à fase A do concurso, ou seja, a que agora está em curso. Já a Ventinveste, da Galp, apresentou proposta para as duas fases. O consórcio Eólicas de Portugal, além da EDP, é ainda constituído pelo fabricante alemão de aerogeradores Enercon, Finerge, Generg Expansão e TP. Este agrupamento promete fazer um investimento total à volta dos 1,5 mil milhões de euros e criar 1.800 empregos. Já o agrupamento Ventinvest, a par da Galp Power, conta com a Enersis, Efacec Energia e Repower Systems. Aqui, há um investimento garantido próximo dos mil milhões de euros, contemplando as vertentes industrial e eólica, e a criação de 1.250 postos de trabalho.

in Jornal de Negócios online
publicado por saqv_ps às 09:22

Segunda-feira, 17 de Julho de 2006

map_noticia_peq.jpgAs alterações climáticas arriscavam-se a ser a questão “órf㔠da cimeira do G8 de 2006, este fim-de-semana em São Petersburgo, mas o mais recente esboço da declaração política mostra que, afinal, continuam a ser uma das principais preocupações do clube dos países mais ricos do planeta.

Quando se espera um aumento de 50 por cento das necessidades energéticas do mundo em 2030, a Rússia, país anfitrião, fez da “segurança energética” o centro da cimeira.

Os ambientalistas recearam que as conversações sobre como disponibilizar mais energia para os automóveis, casas e indústrias iriam eclipsar as preocupações sobre o clima.

A última versão da declaração política não define novas metas nem promete novos fundos para combater as alterações climáticas. Mas compromete as oito nações a “continuar a trabalhar para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e lidar com o desafio das alterações climáticas”.

Segundo a WWF (World Wildlife Fund), se for aprovada pelos líderes na sua última versão, a declaração mostra que o G8 reconhece que o combate às alterações climáticas é parte vital de uma política energética.

Mas este é um tema complicado para o G8, uma vez que o seu maior membro, os Estados Unidos, recusam ratificar Quioto. A declaração sustenta a oposição da administração Bush porque diz que o protocolo não compromete o G8 como um grupo.

“Aqueles de nós que se comprometeram a fazer do Protocolo de Quioto um sucesso provam a importância que lhe conferimos”, diz a declaração que não deverá sofrer alterações de maior.

O documento salienta a importância de energias alternativas e renováveis, como a solar, tidas como cruciais pelos ecologistas. “Pelo menos, a eficiência energética e as renováveis fazem agora parte do futuro. Deixaram de ser um ‘primo afastado’ pouco popular”, comentou Jennifer Morgan, da WWF.

A declaração pode promover a energia nuclear como fonte que não emite dióxido de carbono, apesar da forte oposição de ambientalistas, grupos civis e dois países do G8, a Itália e Alemanha.

Quanto ao período pós-Quioto, a declaração afirma a importância do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC), cujo último relatório deverá ser publicado no próximo ano.
publicado por saqv_ps às 09:14

Sexta-feira, 14 de Julho de 2006

uv.jpgRadiação ultravioleta em nível "muito alto"
O índice de raios ultravioleta vai estar muito elevado, devido às altas temperaturas que se farão sentir em todo o país. O período entre as 12:00 e 16:00 será o mais problemático com a região da Madeira a registar o nível mais elevado do índice.
Veja notícia aqui...
publicado por saqv_ps às 12:25

Quinta-feira, 13 de Julho de 2006

Entrevista.bmpO Governo está a ultimar o segundo Plano Estratégico de Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU II), para 2007-2013, prevendo divulgá-lo no final deste mês, afirmou o secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa.

"Estamos a elaborar um novo plano para os resíduos sólidos urbanos, o PERSU II para o período do novo quadro comunitário de apoio [o actual QREN - Quadro de Referência Estratégica Nacional], sobre o qual vão haver novidades no final de Julho", adiantou Humberto Rosa, escusando-se a dar mais pormenores sobre o documento.

O primeiro PERSU traçou as principais metas para o tratamento do chamado resíduo doméstico, prevendo nomeadamente a erradicação das lixeiras e a construção de aterros e incineradoras para queimar os resíduos.
Esse plano incrementou ainda estratégias de reciclagem e de valorização da matéria orgânica, através da compostagem, e implementou em Portugal a chamada política dos 3 R (redução, reutilização e reciclagem). 011.jpg

O secretário de Estado falou ainda sobre o programa de redução de resíduos industriais (PRERESI), ao abrigo do qual foi hoje realizada mais uma campanha de demonstração das tecnologias que existem para prevenir a produção de lixo das indústrias. O objectivo do PRERESI é reduzir a perigosidade e quantidade daqueles resíduos das indústrias, através de tecnologias e medidas de prevenção.

O programa envolve actualmente várias empresas de sete sectores da economia (entre os quais material eléctrico ou tintas) que têm recebido formação nesta área e incentivos para aplicar tecnologias que reduzam a quantidade do lixo que produzem.

"Está no nosso horizonte poder alargar a outras empresas estes apoios, mas nada está ainda decidido", adiantou o secretário de Estado.

Luísa Pinheiro, do Instituto de Resíduos, adiantou que os resultados finais deste programa para as indústrias só deverão ser conhecidos no final deste ano.

(in Público.pt - Ecoesferas)
publicado por saqv_ps às 12:12


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publicado por saqv_ps às 00:03

Terça-feira, 11 de Julho de 2006

aef06_1.gifA aviação civil internacional não é abrangida pelo protocolo de Kyoto sobre alterações climáticas mas, as emissões que provoca irão aumentar nos próximos anos, causando preocupações entre os ambientalistas, particularmente quando se assiste ao boom das companhias de “baixo custo” na Europa.

O Parlamento Europeu (PE) deu o seu apoio a propostas da Comissão para incluir as companhias aéreas no mercado de emissões de carbono, onde são trocados os direitos de emissão de CO2. Porém o PE sugeriu estabelecer um sistema separado paras as companhias aéreas, primeiro numa base experimental, para evitar que as transportadoras adquiram direitos às produtoras de energia, em vez de encararem os seus próprios problemas de poluição.

O PE votou a não obrigatoriedade das propostas e, consequentemente, estas não assumirão a forma legislativa. Mas é considerada como um sinal de apoio da legislação comunitária a futuras regulamentações sobre a aviação e o ambiente. Uma larga maioria do PE votou favoravelmente.

As associações do sector chamam a atenção para a tentativa de lançamento simultâneo de taxas nos combustíveis para aviões, IVA nos bilhetes, taxas ambientais nos aeroportos e o sistema de troca de emissões.
publicado por saqv_ps às 09:26

Segunda-feira, 10 de Julho de 2006

ConcelhiaLisboa.jpg

A Secção de Ambiente e Qualidade de Vida deu o seu contributo para a Universidade de Verão da Concelhia de Lisboa do Partido Socialista, realizada nas instalações da Universidade Lusófona de Lisboa, de 5 a 8 de Junho .

O nosso Secretário Coordenador, António Macieira Antunes, fez uma intervenção subordinada ao tema d"O ambiente Urbano", que oportunamente transcreveremos para o Blog da Secção.

Confira aqui, também...
publicado por saqv_ps às 15:30

Quarta-feira, 05 de Julho de 2006

Polu04Ar.gifDesde a cimeira do Rio, em 1992, que a comunidade internacional decidiu enveredar por um mecanismo global visando a redução da influência antropogénica no clima.

Em 1997, há nove anos, assinava-se em Kyoto, um protocolo nesse sentido. Portugal ratifica-o em Março de 1998.

De então para cá todos sabemos as metas a que estamos obrigados entre 2008 e 2012.

Muito se tem escrito sobre Kyoto, sobretudo quando testas de ferro dos EUA, regularmente tentam, com aparente imparcialidade, pôr em causa a justificação científica, a necessidade ou a oportunidade do protocolo.

É espantoso como vêm agora muitos dos nossos ilustres empresários afirmar que devido a Kyoto, vão ter de fechar portas.

Mais, logo agora que até tinham projectos de ampliar as instalações... ou fazer novos investimentos.

Que sejam distraídos e nunca tivessem, nos últimos 9 anos, ouvido falar do protocolo que regula as emissões dos gases com efeito de estufa para atmosfera até compreendo, a quem não leia jornais ou veja televisão...

Agora que aproveitem o momento delicado da economia nacional, para tentar acenar com desenvolvimento e consequente aumento de emprego em instalações condenadas, por não competitivas e poluentes, meus senhores: haja decência!

Há países que vos aceitam sem regras, semi-escravizando milhões de seres humanos, sem respeito pela responsabilidade social das empresas, dos direitos humanos, do ambiente ou da qualidade do produto.

Deslocalizem-se para lá!

Evidenciem que o capital é apátrida!

Mostrem que os subsídios, os PEDIPs, os PEDAPs, o FSE obtidos em nome de Portugal, não serviram para nada excepto para alimentar, temporariamente, a vossa ambição egoísta!

Como se já não bastasse Portugal ser um país onde os fundos de coesão atraem empresários europeus em caça de subsídios, estabelecendo-se por cá alguns (poucos) anos e em seguida rumarem à China.

A estratégia nunca foi Portugal, a Europa ou o mundo ocidental!

O objectivo destes empresários foi, é e sempre será, exclusivamente, o seu bolso!

Kyoto, que vos serve de argumento ao fecho de portas, é para muitos outros razão de investimento: Em novos mercados, em equipamentos com vantagens competitivas, numa cultura empresarial de qualidade.

Mas o caminho da vossa dimensão é, sem dúvida, o sudoeste asiático.
publicado por saqv_ps às 09:22

Segunda-feira, 03 de Julho de 2006

ecommerce.gifMais de 3,4 milhões de portugueses afirmava visitar regularmente a internet, segundo a primeira vaga de 2006 do estudo Bareme da Marktest. O número representa 41,3% do universo dos cidadãos residentes no Continente com 15 e mais anos.

No total 3432 mil indivíduos afirmam utilizar a net. Este valor segue a tendência de crescimento sistemático da taxa de utilização da Internet reguistado na última década. Entre 1997 e 2006, a taxa de variação média tem sido de 29.7% ao ano, sendo em 2006 mais de sete vezes superior ao valor observado em 1997.

São a ocupação, a classe social e a idade as variáveis que mais discriminam os indivíduos relativamente ao uso da Internet. São os homens quem mais navega – 49,8% de taxa de utilização colocam-nos mesmo acima da média, face a 33.5% das mulheres que também o fazem.

Quanto à idade, são os mais jovens, entre os 15 e os 17 anos, quem mais navega (84.6%). O mesmo acontece entre os indivíduos dos 18 aos 24 anos dos quais 82.4% navegam.

A análise por região é a que apresenta menor heterogeneidade, embora na região da Grande Lisboa, do Grande Porto e do Litoral Centro se registem valores superiores à média, respectivamente de 54.1% e 44.8%.

A diferença estabelece-se também pelas classes sociais, com 94.9% dos indivíduos das classes alta e média alta a afirmarem usar a internet, face aos 12.8% da classe baixa que também o fazem. Também 90.5% dos quadros médios e superiores e 90.2% dos estudantes a dizerem que costumam utilizar a internet, face aos 1% das domésticas que também o afirmam.

(in Dinheiro Digital)
publicado por saqv_ps às 12:40


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