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Quarta-feira, 04 de Abril de 2007

Ciclo-do-leite.jpgUm fabricante alemão de lacticínios anunciou que se vai lançar, até ao final do ano, na produção de um aditivo para combustíveis a partir do soro do leite.

O grupo Theo Muller investiu 20 milhões de euros para desenvolver um processo que lhe permita produzir etanol a partir da parte aquosa do leite, ou seja, do subproduto que fica depois do fabrico do queijo, explicou o presidente Stefan Muller.

A matéria-prima, que até agora era deitada fora, é quase gratuita e por isso muito concorrencial em relação a outros processos que utilizam produtos vegetais como a cevada ou a beterraba doce, que precisam de grandes superfícies aráveis.

Até 2008, a empresa espera produzir dez milhões de litros de bio-etanol, numa unidade construída para o efeito em Leppersdorf, perto de Dresde, precisou Muller.

O anúncio deste investimento surge quando os ministros europeus da Energia chegaram a acordo, em Fevereiro, para impor como objectivo que até 2020 os biocombustíveis representem dez por cento dos combustíveis consumidos pelos veículos da União Europeia.
publicado por saqv_ps às 08:28

Segunda-feira, 02 de Abril de 2007

solar.jpgO grupo Bosch vai investir dez milhões de euros na criação de um centro de investigação em Aveiro sobre energias renováveis, nomeadamente, a solar térmica. O projecto deverá estar concluído no final do ano.

O representante em Portugal da Bosch, João Paulo Oliveira, estima que em 2010 estarão a trabalhar 100 pessoas em dois mil metros quadrados de laboratórios.

O objectivo do grupo é desenvolver um colector solar que represente a melhor solução em termos de preço/qualidade, tendo em conta a adequação às condições climatéricas em Portugal, onde existem muitas horas de sol por ano.

Na área das energias renováveis, o grupo Bosch está a apostar na produção de painéis solares térmicos, onde o retorno do investimento é de cinco a seis anos.

A Bosch não tem considerado o desenvolvimento do solar fotovoltaico pois, "até agora, não é economicamente rentável e o retorno do investimento demora 13 a 15 anos", implicando a necessidade de apoios do governamentais, uma direcção que o grupo alemão não pretende seguir, referiu aquele responsável.
publicado por saqv_ps às 08:39


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