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Terça-feira, 08 de Maio de 2007

NY_veag.jpgAs Nações Unidas atacaram um dos maiores argumentos dos críticos à luta contra as alterações climáticas. "Podemos limitar e reduzir as nossas emissões de CO2 sem destruir a economia mundial", declararam os responsáveis da ONU.

A frase foi proferida em Berlim por Yvo de Boer, presidente da Convenção Quadro da ONU para as Alterações Climáticas, sediada em Bona.

O relatório apresentado em Banguecoque pelo IPCC (Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas) "lança um sinal muito encorajador: temos à nossa disposição as tecnologias" para "impedir cenários catastróficos", salientou De Boer.

Entre as oportunidades tecnológicas, De Boer citou "o sequestro e armazenamento de carbono", especialmente importantes na Índia e na China.

O responsável reconheceu que "o nuclear tem um lugar" em todos os cenários de respostas tecnológicas ao sobre-aquecimento propostas pelo IPCC. "Mas isso pode mudar", advertiu.

A cooperação a nível das tecnologias é indispensável para os países cuja prioridade é a erradicação da pobreza, salientou De Boer.

"A primeira fase é economicamente realizável, e mesmo positiva, e as próximas não terão custos elevados", comentou o presidente do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (Pnua), Achim Steiner.

"Se não chegarmos a um acordo, poderemos ter um aumento drástico dos gases com efeito de estufa nos próximos 23 anos. Não nos podemos permitir pagar esse preço".

Steiner salientou a importância da cimeira do G8 em Heiligendamm (Alemanha), entre 6 e 8 de Junho. "As nações industrializadas deverão mostrar elas próprias as suas responsabilidades", disse Steiner, lembrando que a maioria das emissões são originadas numa dezena de países.

Steiner mostrou-se muito confiante na capacidade dos Estados Unidos, país que recusou ratificar o Protocolo de Quioto, de juntar-se ao esforço internacional contra as alterações climáticas. As possibilidades "aumentam a cada dia", com o crescente interesse por esta causa do povo americano e da economia, estimou. Steiner citou o exemplo de mais de 300 cidades dos Estados Unidos, entre elas Nova Iorque, que fixaram um objectivo de redução das emissões de dióxido de carbono. "Nos próximos anos, os Estados Unidos terão um papel muito activo" neste domínio.

in Ecoesfera
publicado por saqv_ps às 08:21


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