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Sexta-feira, 20 de Abril de 2007

onulogo.jpgUma possível cimeira mundial sobre alterações climáticas em 2009 poderá funcionar como um prazo final para os Governos chegarem a acordo sobre o novo tratado que vai substituir o Protocolo de Quioto, que termina em 2012, disse o secretário-geral da Convenção Quadro da ONU para as Alterações Climáticas.

Yvo de Boer ficou satisfeito com as declarações de Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU sobre o facto de estar a considerar realizar um encontro de alto nível em Setembro deste ano para preparar caminho para uma cimeira em 2008 ou 2009.

“O secretário-geral está a elevar o debate sobre as alterações climáticas para um nível de interesse totalmente novo”, comentou Boer.

Uma cimeira em 2009 poderá pressionar os negociadores para chegar a acordo sobre o pós-2012.

“Um processo de negociação com base numa cimeira em 2009 é razoável (...). Isso daria às pessoas um prazo final”.

Ban disse ao “Finantial Times” numa entrevista publicada na quarta-feira que um encontro a alto nível em Nova Iorque, em Setembro, é a “abordagem mais prática e realista”. Se o encontro à margem da Assembleia-Geral da ONU for um sucesso, poderá ser debatida a realização de uma cimeira em 2008 ou 2009, acrescentou Ban ao jornal.

Dois anos para negociar

Sobre o encontro dos ministros do Ambiente em Bali, em Dezembro, De Boer espera se possa chegar a acordo sobre o início de dois anos de negociações para alargar Quioto, a fim de incluir os Estados Unidos e países em desenvolvimento como a China, a Índia e o Brasil.

Foram precisos dois anos, de 1995 a 1997, para negociar o Protocolo de Quioto, que prevê a redução de uma média de 5,2 por cento das emissões de gases com efeito de estufa em 35 países industrializados até 2008-2012. Em 2001, a rejeição dos Estados Unidos Quioto enfraqueceu Quioto.

São vários os investidores que querem conhecer as regulamentações internacionais a longo-prazo de redução de emissões, para orientar os investimentos em vários sectores, desde centrais a carvão aos aviões.

De Boer lembrou que uma série de relatórios da ONU este ano – que prevêem subida do nível do mar, propagação de doenças e aumento da frequência de inundações e vagas de calor – poderão promover a acção. De Boer salientou que a China e a África do Sul já estão a debater o que fazer para abrandar as alterações climáticas.

( In Ecoesfera-Público)
publicado por saqv_ps às 08:47

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