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Quarta-feira, 21 de Fevereiro de 2007

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<img alt="01-china.jpg" src="http://ambientequalvida.blogs.sapo.pt/arquivo/01-china.jpg" width="174" height="260" border="0" align="left" hspace="10"<font size=4>A</font> China está a preparar o seu primeiro plano nacional para combater as alterações climáticas, documento que deverá ser publicado ainda este ano, revelou hoje um perito em clima da People's University of China, em Beijing.Segundo Zou Ji, o programa nacional – em preparação há dois anos - deverá definir metas para as emissões de gases com efeito de estufa e medidas de adaptação à alteração dos padrões climáticos.

O programa mostra que a China está preocupada com as emissões das fábricas, centrais eléctricas e veículos, disse Zou. “O Governo chinês está a prestar cada vez mais atenção a esta questão”, comentou o perito, membro das delegações chinesas nas cimeiras sobre o clima desde 2000. O Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, sigla em inglês) alertou que as actividades humanas estão, muito provavelmente, por detrás do sobre-aquecimento do planeta. Pan Yue, vice-ministro da Administração Estatal da Protecção do Ambiente chinesa, disse que são os países ricos que têm a grande responsabilidade em reduzir as emissões mas acrescentou que a China vai contribuir, noticiou hoje a China Business News.

“Existe uma tremenda pressão para reduzir as emissões mas isso não será resolvido do dia para a noite”, comentou. O dilema do Presidente Hu Jintao é como traduzir a preocupação climática em políticas que promovam o crescimento e o emprego, ao mesmo tempo que reduzem as emissões, analisou Alan Dupont, especialista em alterações climáticas da Universidade de Sydney.

“Toda a estabilidade do regime e, como o vê Hu, o futuro do seu país depende da continuação do crescimento económico em oito ou nove por cento”, acrescentou Dupont. “Mas a China começa agora a compreender que não vai conseguir chegar onde pretende a menos que faça alguma coisa no âmbito das alterações climáticas”. Zou avançou que especialistas do clima estão a preparar uma apresentação sobre alterações climáticas para os líderes governamentais, pela primeira vez.

A China deverá tornar-se a terceira maior economia mundial em 2008, passando à frente da Alemanha e ficando atrás do Japão e dos Estados Unidos. Além disso, arrisca-se a ser o maior emissor mundial de gases com efeito de estufa em 2009, segundo previsões da Agência Internacional de Energia.

No Governo chinês, muito poucas alterações políticas são reveladas com antecedência. Mas têm havido sinais de que Beijing está verdadeiramente preocupado com os efeitos do clima nas suas ambições de prosperidade, estabilidade e influência.
publicado por saqv_ps às 10:54


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