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Segunda-feira, 16 de Outubro de 2006

servgievposad_s.jpgO Governo russo e a Comissão Europeia assinaram, no passado dia 10 de Outubro, em Helsínquia, na Finlândia, um acordo para intensificar e reforçar a cooperação ambiental, nomeadamente nas áreas do clima, biodiversidade e desenvolvimento económico. A nova fase na relação UE-Rússia será trabalhada por sete grupos.

Segundo uma nota da presidência finlandesa da UE, "o novo acordo define questões práticas, princípios e objectivos para a cooperação" e cria o Conselho Permanente de Cooperação UE-Rússia (PPC).

Participaram na sessão de assinatura o ministro do Ambiente finlandês, Jan-Erik Enestam, o ministro dos Recursos Naturais russo, Iuri Trutnev, e o comissário europeu para o Ambiente, o grego Stavros Dimas.

"Finalmente podemos dizer que temos as estruturas para uma colaboração sistemática e intensiva (...). Este é um passo vital, nas vésperas da cimeira climática em Novembro em Nairobi [Quénia], onde serão debatidos os limites de emissão de gases com efeito de estufa após 2012", salientou Enestam.

O ministro finlandês lembrou a importância dos projectos a implementar na Rússia no âmbito do mecanismo previsto por Quioto "Implementação Conjunta". "Investimentos nestas áreas, como a eficiência energética e tecnologias limpas, podem trazer benefícios para todo o mundo, incluindo a Rússia".

Enestam quer aproveitar a experiência de cooperação entre a Finlândia e a Rússia no âmbito da conservação da Natureza. "O envolvimento da União Europeia pode dar um novo ímpeto, por exemplo, na protecção das florestas ao longo do corredor verde de 1250 quilómetros, em ambos os lados da fronteira" entre estes dois países.

Os responsáveis russos e da UE aceitaram reforçar a cooperação no âmbito da Convenção para a Diversidade Biológica, conservação e combate ao abate ilegal de árvores.

O ministro finlandês quer mais avaliação de impactes ambientais – lembrou a proposta de construção de um gasoduto da Rússia para a Alemanha – e uma harmonização da legislação ambiental russa e europeia.

O PPC enfatizou que a protecção do ambiente é inseparável da cooperação económica e salientou a importância de integrar as preocupações ambientais em projectos económicos concretos.

Os sete grupos criados vão trabalhar a convergência de políticas, alterações climáticas, assuntos marinhos e recursos hídricos, biodiversidade e conservação da natureza, avaliação de impactes ambientais, florestas e poluição.
publicado por saqv_ps às 09:38


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