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Quinta-feira, 14 de Setembro de 2006

sun-thumb.jpgEstudo revela que Sol não será responsável pelas alterações climáticas

A evolução da energia libertada pelo Sol não parece ter tido consequências nas alterações climáticas do planeta, pelo menos, desde o século XVII e provavelmente não virão a ter nos próximos milénios, revela um estudo publicado na edição da revista britânica “Nature” .

A luminosidade do Sol, ou a energia que liberta, aumenta ou diminui pouco menos de 0,1 por cento, segundo o ciclo das manchas solares.

Remontando, por extrapolação, aos períodos deste ciclo até ao ano 1000, os investigadores concluíram que as variações foram muito fracas para explicar as alterações do clima na Terra.
“No conjunto, não podemos encontrar provas de variações da luminosidade do Sol de uma amplitude suficiente para causar variações climáticas significativas a uma escala de cem, mil ou mesmo um milhão de anos”, escrevem os autores do estudo, realizado por uma equipa que trabalha em institutos americano, suíço e alemão.

“Durante o último século, a acção do homem ultrapassou, de longe, as alterações da luminosidade do Sol” no que diz respeito às alterações climáticas, explicou um dos cientistas, Tom Wigley, do Centro Nacional para a Investigação Atmosférica (NCAR).

As reconstituições da evolução do clima desde o século XVII mostram uma nítida aceleração do sobre-aquecimento no último século.
publicado por saqv_ps às 14:59

Não é para passar um cheque à administração Bush, mas a verdade, a verdadeira verdade e não a verdade incómoda - não corresponde totalmente àquela que pretensos ecologistas e outros ambientalistas - que nunca estudaram o clima (deveria-se dizer-se "climas") na Terra - andam a pregar hà algumas décadas a esta parte.

Compreendo que é fácil ao poder político embarcar em teorias alarmistas, quanto mais não seja porque é mais fácil alcançar objectivos (leia-se alcançar o poder) dando corda aos grupos ambientalistas que mais não querem do que passar para as primeiras páginas dos jornais, do que explicar noções básicas de climatologia à população.

Mas por favor, não embarqueis também em teorias fatalistas.

A este propósito deixo o primeiro de muitos artigos de Rui G.Moura, um dos poucos especialistas a tratar o assunto com os critérios científicos que o mesmo deveria merecer.

«
A mitologia do aquecimento global (1)

A teoria do aquecimento global é uma hipótese saída dos modelos informáticos e baseada em relações simplistas.

Ela anuncia um contínuo aumento de temperaturas a nível global mas isso não está demonstrado.

Seguramente, os anos 70 apresentaram um desvio climático fundamental (que os modelos não previram) que se traduziu num aumento progressivo da violência e da irregularidade do tempo, associado a uma modificação do modo de circulação geral (latitudinal rápido), fenómeno este que é fundamental para explicar o funcionamento da máquina térmica que é o nosso planeta, com duas fontes frias e uma fonte quente em permanente troca de energias através das massas de ar da troposfera e de água dos oceanos.

Todavia, o problema fundamental não é prever o clima em 2100 mas determinar as causas desse desvio climático.

O aquecimento global é um assunto que está na moda. Em particular depois da seca do Verão de 1988, nos Estados Unidos da América. Revelou-se então a angústia de um possível novo período prolongado de calor e de seca como o dos anos 30 verificado nos Grandes Planaltos, traumatismo então vivido pela população rural (cf. As Vinhas da Ira de John Steinbeck). Esse passado explica a atenção particular que, em 1988, lhe foi imediatamente dedicada e a dramatização que se lhe seguiu.

Inicialmente assunto da climatologia, este tema fortemente marcado pela emoção e pela irracionalidade, depressa evoluiu para o alarmismo ao perder o seu conteúdo científico.

Deve-se então colocar a seguinte questão: debate-se ainda climatologia?
»

no blogue
http://mitos-climaticos.blogspot.com/
JMC a 18 de Setembro de 2006 às 12:05

Quem pôs esta hipótese (da responsabilidade do sol) foi um cientista norueguês - provavelmente financiado pelo governo americano - para garantir a eternização do petróleo porém, antes de New Orleans sofrer com o Katrina.
Lus Cunha a 15 de Setembro de 2006 às 10:22



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