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Terça-feira, 25 de Julho de 2006

Na sua edição de domingo(23/7/06), a revista económica Caijing adianta que a medida, incluída na revisão das leis fiscais, visa reduzir a componente de produtos de baixo valor acrescentado nas exportações chinesas, actualmente a maior. Chong Quan, porta-voz do Ministério do Comércio chinês, afirmou, citado pela agência EFE, que o governo «pretende um equilíbrio comercial, não procura um excedente a qualquer preço». As novas leis deverão entrar em vigor em Setembro ou Outubro, apesar da contestação das empresas afectadas. Os incentivos fiscais e outros benefícios em causa foram concedidos em 1985. O objectivo era tornar mais competitivos os produtos chineses no mercado internacional. A quota actualmente alcançada por produtos chineses nalguns mercados, nomeadamente nos têxteis, calçado ou componentes automóveis, tem vindo a gerar protestos na Europa e Estados Unidos. Em Junho, a China atingiu um excedente comercial de 14,5 mil milhões de dólares (11,4 mil milhões de euros), um máximo histórico mensal. As exportações aumentaram 23% em relação a Junho do ano passado, para 81,3 milhões de dólares (63,6 milhões de euros). Diário Digital / Lusa
publicado por saqv_ps às 10:32

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